Pesquisa mostra que apenas 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD

Organização que desenvolve projetos de segurança da informação realizou um levantamento apontando que apenas 2% das PMEs acreditam estar preparadas para seguir as novas normas da LGPD

Uma organização que desenvolve projetos de segurança da informação, a BluePex, realizou um levantamento apontando que apenas 2% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) acreditam estar devidamente preparadas para seguir as novas normas da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O Projeto de Lei responsável pela LGPD foi sancionado em 2018 e deveria começar a valer a partir de agosto de 2020. Entretanto, com a chegada da pandemia de covid-19, as empresas e colaboradores envolvidos não tiveram tempo suficiente para implementar as mudanças, o que levou o Governo a criar uma medida provisória, adiando o início da LGPD para maio de 2021.

Ainda não se sabe quando a LGPD será implementada

A Câmara dos Deputados votou uma nova Medida Provisória, determinando que a nova lei passaria a valer em 31 de dezembro, ainda neste ano. Porém o Senado Federal resolveu adiar algumas das medidas para maio de 2021, enquanto outras permaneceriam em 2020.

A LGPD foi sancionada e transformada na Lei nº 14.010/2020, sem dispensar o artigo que prorroga a vigência de dispositivos acerca das penalidades da lei. Nesse sentido, a aplicação de multas só deverá começar a valer a partir de 1º de agosto do próximo ano.

Sendo assim, a MP nº 959 foi aprovada pelo Senado Federal, com exceção do artigo 4º, que teve sua vigência prorrogada para maio de 2021.

Em agosto deste ano, foi decretada a aprovação no quadro dos cargos em comissão e da estrutura regimental, além das funções de confiança da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).

A partir de setembro, a lei entrou em vigor, apenas com exceção das sanções previstas na legislação, que passarão para o plano prático a partir de agosto de 2021.

Ou seja, a lei já está em vigor, ainda que não esteja aplicando multas. De toda forma, as empresas devem procurar se adequar o quanto antes.

Muitas empresas não estão preparadas para adotar a LGPD

Após tantos capítulos e desdobramentos, permanece a certeza de que muitas empresas ainda não possuem a maturidade necessária para cumprir todas as determinações da LGPD.

De acordo com a pesquisa feita pela BluePex, por volta de 30% das organizações não se sentem preparadas e 63% das PMEs acreditam estar apenas parcialmente prontas. Além disso, 5% dos negócios participantes do estudo não deram início ao processo de adequação.

De acordo com a BluePex, é fundamental que as PMEs, principalmente as que ainda não possuem alto faturamento, consigam se adaptar imediatamente à LGPD. Há multas previstas para o descumprimento da lei que podem variar de 2% do faturamento empresarial até R$ 50 milhões.

Uma penalidade dessa magnitude pode representar o fim de uma empresa. Além de saber como cuidar bem dos dados de clientes, a lei também prevê que a empresa deverá ter a obrigação de mantê-los em segurança.

A LGPD rege normas acerca do armazenamento, da captação, da segurança, do tratamento e compartilhamento de dados pessoais, assegurando mais proteção e multas em casos de descumprimento dos regimentos. Algumas dicas para implementação da LGPD por empresas são:

  • Conscientizar a empresa;
  • Contratar uma assessoria para o mapeamento dos dados;
  • Definir um Comitê de Implementação;
  • Contratar uma assessoria jurídica para compatibilizar e criar documentos com cláusulas de proteção à privacidade;
  • Promover treinamento para a equipe;
  • Organizar os documentos que tratem sobre proteção de dados.

Adequação de empresas à nova LGPD com auxílio especializado

As empresas devem estar em conformidade com a LGPD e, para que consigam tal feito, precisam de informação, tecnologia e acompanhamento especializado. A Unitfour é uma empresa que está em conformidade com a LGPD e, por ser um bureau de dados que valoriza seus clientes e parceiros, realizou adequações, tais como:

  • Revisão de produtos (alguns foram retirados do portfólio e outros, ajustados para se adequar à nova lei);
  • Treinamento anual para os colaboradores sobre a nova lei;
  • Revisão de contratos.

Pelo site, é possível conhecer melhor a Unitfour e acessar a página dedicada exclusivamente à LGPD.

Website: https://www.unitfour.com.br/

Notícia divulgada no Portal:

ACE-Guarulhos e OAB Guarulhos realizam palestra gratuita sobre a LGPD

A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE-Guarulhos) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – 57ª Subseção Guarulhos realizam a palestra “Aspectos jurídicos e tecnológicos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e seus impactos”.

O evento ocorrerá de maneira online nesta quarta-feira (18), a partir das 19h, e poderá ser acompanhado gratuitamente pelo Facebook da associação (https://pt-br.facebook.com/aceguarulhos/). A inscrição deve ser feita no link http://tiny.cc/j5u3tz. As vagas são limitadas.

A palestra será ministrada por dois especialistas: Alonso Santos Álvares e Nilton Silva Fernandes Souza. Alonso é advogado atuante em Direito Empresarial, vice-presidente Jurídico da ACE-Guarulhos no biênio 2020/2021 e sócio-fundador da Alvares Sociedade de Advogados.

Nilton é diretor da BluePEx e pós-graduado com MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Possui mais de 25 anos de experiência na área da Tecnologia da Informação.

A coordenação do evento será feita pela advogada Carolina Carvalho Lemos, mestranda em Direito, Justiça e Desenvolvimento pelo IDP e membro da diretoria da OAB-Guarulhos, e por Vinicius Caldini, analista de sistemas, professor, escritor e diretor de Tecnologia da ACE-Guarulhos.

Presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves destacou que a LGPD precisa ser bem compreendida por todos os empreendedores brasileiros. “Faço o convite aos nossos associados. A LGPD é um assunto bastante sensível aos empresários e que muda, definitivamente, a relação do fornecedor com o consumidor. O não cumprimento da nova legislação pode gerar multas e afetar as atividades de diversas empresas em nossa cidade. Por isso, a oportunidade que disponibilizamos, por meio desta palestra, é única e essencial”, finalizou o dirigente.

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LGPD NA PRÁTICA: EMPRESAS BUSCAM SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE DADOS DE CLIENTES E COLABORADORES

Evento gratuito reúne especialistas da área de TI e Comunicação para apresentar cases e ferramentas práticas para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados

Pesquisas apontam que poucas empresas brasileiras estão prontas para atender às normas impostas Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), nº 13.709/18. Levantamento realizada pela BluePex, empresa de segurança da informação, apurou que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) estão totalmente preparadas para fazer a gestão de dados de clientes e colaboradores da forma prevista pela legislação. Visando apoiar profissionais, empreendedores e empresas neste processo, o Sebrae Paraná, em parceria com a Realize Hub, promove o DATA TIC Paraná, evento online e gratuito que acontece nos dias 23 e 24 de novembro.

O grande desafio existente não está na compreensão das exigências legais, que em síntese determinam um consentimento no uso dos dados pessoais, bem como em seu armazenamento, mas sim na dificuldade real das instituições de saberem quais ferramentas podem apoiar essa adequação.

Conforme avalia Victor Domingues, sócio-proprietário da Realize Hub e consultor do Sebrae-PR, será necessária uma grande reestruturação de sistemas para atender a legislação, sendo necessária uma boa preparação de profissionais e organizações para o novo momento. “A transformação digital se faz mais do que necessária para a sobrevivência e segurança dos negócios e, para isso, não faltam softwares de apoio, no entanto, é preciso torná-los conhecidos para o maior número de pessoas”, defende.

Ainda segundo o consultor, está sendo necessária uma mudança cultural e o desenvolvimento de novos processos, especialmente considerando que diversos setores empresariais estão sendo impactados pela legislação, desde Recursos Humanos, Marketing, Tecnologia da Informação até o Financeiro. Os palestrantes trarão cases e ferramentas para aplicação prática. Entre os nomes confirmados para promoção do debate estão representantes dos principais players do mercado, como a diretora de segurança da Accenture e líder da prática de privacidade e proteção de dados, Vanessa Fonseca, o diretor de Cybersecurity na Microsoft, Nycholas Szucko, a diretora de operações na Pontus Visio, Amanda Ferreira Mozena, o executivo do mercado digital, Tiago Barra. Mais informações sobre a programação pode ser obtidas no site para inscrição do evento, no site do Sympla: https://bit.ly/3nqbj3O.

FUTURO E TENDÊNCIAS

O DATA TIC também irá debater os desafios impostos pela pandemia da Covid-19 com o objetivo de auxiliar a comunidade de empreendedores indicando caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação. As palestras seguem um formato de apresentação de até 15 minutos e foram pensadas para apoiar profissionais de segmentos de TIC e de Marketing, Compras e Operações, Logística, Jurídico, Financeiro, Contábil, RH, Design. Também é indicado para a comunidade acadêmica de áreas como Marketing, Administração, Direito, Comunicação, Design entre outros.

Serviço:
Data TIC – LGPD – Compliance – Tendências
Data: dia 23 e 24 de novembro
Custo: Gratuito
Onde: YouTube
Inscrições: https://bit.ly/3nqbj3O

Esse evento tem como objetivo apresentar para empreendedores e profissionais de diversas áreas cases e ferramentas relacionadas à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) de forma prática. Além disso, debater tendências, caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços das áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Realização: Realize Hub e Sebrae. Apoio: Associação Comercial do Paraná (ACP); Associação das empresas brasileiras de tecnologia da informação (Assespro PR); Sistema FIEP PR; PPA Advogados; ROIT; Woke; Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

SOBRE A REALIZE HUB


A Realize Hub é uma empresa de tecnologia especializada na aplicação de inteligência artificial para maximizar o alcance de resultados de seus clientes. Atuando de forma customizada em cada projeto, seus serviços compreende os seguintes eixos: Consultoria e Treinamento em Inovação, Gestão Estratégica e Marketing Digital; Inteligência de Mercado, Business Analytics e Pesquisa de Mercado; Data Science (Ciência de dados) e estratégia digital.

Informações para imprensa:
GIG Content
Giórgia Gschwendtner
giorgia@gigcontent.com
(41) 99804-9635
Bruna Robassa
bruna.robassa@gmail.com
(41) 98469-6964

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DATA TIC: evento para adequação à LGPD

Pesquisas apontam que poucas empresas brasileiras estão prontas para atender às normas impostas Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), nº 13.709/18. Levantamento realizada pela BluePex, empresa de segurança da informação, apurou que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) estão totalmente preparadas para fazer a gestão de dados de clientes e colaboradores da forma prevista pela legislação. Visando apoiar profissionais, empreendedores e empresas neste processo, o Sebrae Paraná, em parceria com a Realize Hub, promove o DATA TIC Paraná, evento online e gratuito que acontece nos dias 23 e 24 de novembro.

O grande desafio existente não está na compreensão das exigências legais, que em síntese determinam um consentimento no uso dos dados pessoais, bem como em seu armazenamento, mas sim na dificuldade real das instituições de saberem quais ferramentas podem apoiar essa adequação.

Conforme avalia Victor Domingues, sócio-proprietário da Realize Hub e consultor do Sebrae-PR, será necessária uma grande reestruturação de sistemas para atender a legislação, sendo necessária uma boa preparação de profissionais e organizações para o novo momento. “A transformação digital se faz mais do que necessária para a sobrevivência e segurança dos negócios e, para isso, não faltam softwares de apoio, no entanto, é preciso torná-los conhecidos para o maior número de pessoas”, defende.

Ainda segundo o consultor, está sendo necessária uma mudança cultural e o desenvolvimento de novos processos, especialmente considerando que diversos setores empresariais estão sendo impactados pela legislação, desde Recursos Humanos, Marketing, Tecnologia da Informação até o Financeiro. Os palestrantes trarão cases e ferramentas para aplicação prática. Entre os nomes confirmados para promoção do debate estão representantes dos principais players do mercado, como a diretora de segurança da Accenture e líder da prática de privacidade e proteção de dados, Vanessa Fonseca, o diretor de Cybersecurity na Microsoft, Nycholas Szucko, a diretora de operações na Pontus Visio, Amanda Ferreira Mozena, o executivo do mercado digital, Tiago Barra.

Futuro e tendências
O DATA TIC também irá debater os desafios impostos pela pandemia da Covid-19 com o objetivo de auxiliar a comunidade de empreendedores indicando caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação. As palestras seguem um formato de apresentação de até 15 minutos e foram pensadas para apoiar profissionais de segmentos de TIC e de Marketing, Compras e Operações, Logística, Jurídico, Financeiro, Contábil, RH, Design. Também é indicado para a comunidade acadêmica de áreas como Marketing, Administração, Direito, Comunicação, Design entre outros.

Data TIC – LGPD – Compliance – Tendências
Data: dia 23 e 24 de novembro
Custo: Gratuito
Onde: YouTube
Inscrições: https://bit.ly/3nqbj3O

Notícia divulgada no Portal:

Pesquisa mostra que apenas 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD

Organização que desenvolve projetos de segurança da informação realizou um levantamento apontando que apenas 2% das PMEs acreditam estar preparadas para seguir as novas normas da LGPD

Uma organização que desenvolve projetos de segurança da informação, a BluePex, realizou um levantamento apontando que apenas 2% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) acreditam estar devidamente preparadas para seguir as novas normas da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O Projeto de Lei responsável pela LGPD foi sancionado em 2018 e deveria começar a valer a partir de agosto de 2020. Entretanto, com a chegada da pandemia de covid-19, as empresas e colaboradores envolvidos não tiveram tempo suficiente para implementar as mudanças, o que levou o Governo a criar uma medida provisória, adiando o início da LGPD para maio de 2021.

Ainda não se sabe quando a LGPD será implementada

A Câmara dos Deputados votou uma nova Medida Provisória, determinando que a nova lei passaria a valer em 31 de dezembro, ainda neste ano. Porém o Senado Federal resolveu adiar algumas das medidas para maio de 2021, enquanto outras permaneceriam em 2020.

A LGPD foi sancionada e transformada na Lei nº 14.010/2020, sem dispensar o artigo que prorroga a vigência de dispositivos acerca das penalidades da lei. Nesse sentido, a aplicação de multas só deverá começar a valer a partir de 1º de agosto do próximo ano.

Sendo assim, a MP nº 959 foi aprovada pelo Senado Federal, com exceção do artigo 4º, que teve sua vigência prorrogada para maio de 2021.

Em agosto deste ano, foi decretada a aprovação no quadro dos cargos em comissão e da estrutura regimental, além das funções de confiança da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).

A partir de setembro, a lei entrou em vigor, apenas com exceção das sanções previstas na legislação, que passarão para o plano prático a partir de agosto de 2021.

Ou seja, a lei já está em vigor, ainda que não esteja aplicando multas. De toda forma, as empresas devem procurar se adequar o quanto antes.

Muitas empresas não estão preparadas para adotar a LGPD

Após tantos capítulos e desdobramentos, permanece a certeza de que muitas empresas ainda não possuem a maturidade necessária para cumprir todas as determinações da LGPD.

De acordo com a pesquisa feita pela BluePex, por volta de 30% das organizações não se sentem preparadas e 63% das PMEs acreditam estar apenas parcialmente prontas. Além disso, 5% dos negócios participantes do estudo não deram início ao processo de adequação.

De acordo com a BluePex, é fundamental que as PMEs, principalmente as que ainda não possuem alto faturamento, consigam se adaptar imediatamente à LGPD. Há multas previstas para o descumprimento da lei que podem variar de 2% do faturamento empresarial até R$ 50 milhões.

Uma penalidade dessa magnitude pode representar o fim de uma empresa. Além de saber como cuidar bem dos dados de clientes, a lei também prevê que a empresa deverá ter a obrigação de mantê-los em segurança.

A LGPD rege normas acerca do armazenamento, da captação, da segurança, do tratamento e compartilhamento de dados pessoais, assegurando mais proteção e multas em casos de descumprimento dos regimentos. Algumas dicas para implementação da LGPD por empresas são:

  • Conscientizar a empresa;
  • Contratar uma assessoria para o mapeamento dos dados;
  • Definir um Comitê de Implementação;
  • Contratar uma assessoria jurídica para compatibilizar e criar documentos com cláusulas de proteção à privacidade;
  • Promover treinamento para a equipe;
  • Organizar os documentos que tratem sobre proteção de dados.

Adequação de empresas à nova LGPD com auxílio especializado

As empresas devem estar em conformidade com a LGPD e, para que consigam tal feito, precisam de informação, tecnologia e acompanhamento especializado. A Unitfour é uma empresa que está em conformidade com a LGPD e, por ser um bureau de dados que valoriza seus clientes e parceiros, realizou adequações, tais como:

  • Revisão de produtos (alguns foram retirados do portfólio e outros, ajustados para se adequar à nova lei);
  • Treinamento anual para os colaboradores sobre a nova lei;
  • Revisão de contratos.

Pelo site, é possível conhecer melhor a Unitfour e acessar a página dedicada exclusivamente à LGPD.

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Evento vai orientar empresas sobre a Lei de Proteção de Dados

Pesquisas apontam que poucas empresas brasileiras estão prontas para atender às normas impostas Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), nº 13.709/18. Um levantamento realizada pela BluePex, empresa de segurança da informação, apurou que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) estão totalmente preparadas para fazer a gestão de dados de clientes e colaboradores da forma prevista pela legislação.

Para apoiar profissionais, empreendedores e empresas neste processo, o Sebrae Paraná, em parceria com a Realize Hub, promove o DATA TIC Paraná, evento online e gratuito que acontece nos dias 23 e 24 de novembro.

O grande desafio existente não está na compreensão das exigências legais, que em síntese determinam um consentimento no uso dos dados pessoais, bem como em seu armazenamento, mas sim na dificuldade real das instituições de saberem quais ferramentas podem apoiar essa adequação.

Conforme avalia Victor Domingues, sócio-proprietário da Realize Hub e consultor do Sebrae-PR, será necessária uma grande reestruturação de sistemas para atender a legislação, sendo necessária uma boa preparação de profissionais e organizações para o novo momento.

“A transformação digital se faz mais do que necessária para a sobrevivência e segurança dos negócios e, para isso, não faltam softwares de apoio, no entanto, é preciso torná-los conhecidos para o maior número de pessoas”, defende.

Ainda segundo o consultor, está sendo necessária uma mudança cultural e o desenvolvimento de novos processos, especialmente considerando que diversos setores empresariais estão sendo impactados pela legislação, desde Recursos Humanos, Marketing, Tecnologia da Informação até o Financeiro.

Os palestrantes trarão cases e ferramentas para aplicação prática. Entre os nomes confirmados para promoção do debate estão representantes dos principais players do mercado, como a diretora de segurança da Accenture e líder da prática de privacidade e proteção de dados, Vanessa Fonseca, o diretor de Cybersecurity na Microsoft, Nycholas Szucko, a diretora de operações na Pontus Visio, Amanda Ferreira Mozena e o executivo do mercado digital, Tiago Barra. Mais informações sobre a programação e como se inscrever no evento você encontra neste link.

Futuro e tendências

O DATA TIC também irá debater os desafios impostos pela pandemia da Covid-19 com o objetivo de auxiliar a comunidade de empreendedores indicando caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

As palestras seguem um formato de apresentação de até 15 minutos e foram pensadas para apoiar profissionais de segmentos de TIC e de Marketing, Compras e Operações, Logística, Jurídico, Financeiro, Contábil, RH, Design. Também é indicado para a comunidade acadêmica de áreas como Marketing, Administração, Direito, Comunicação, Design entre outros.

Da redação com assessoria

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DATA TIC: evento online e gratuito apresenta cases e ferramentas para adequação à LGPD

Ferramentas e tendências para aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados serão apresentados nos dias 23 e 24 de novembro

Pesquisas apontam que poucas empresas brasileiras estão prontas para atender às normas impostas Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), nº 13.709/18. Levantamento realizada pela BluePex, empresa de segurança da informação, apurou que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) estão totalmente preparadas para fazer a gestão de dados de clientes e colaboradores da forma prevista pela legislação. Visando apoiar profissionais, empreendedores e empresas neste processo, o Sebrae Paraná, em parceria com a Realize Hub, promove o DATA TIC Paraná, evento online e gratuito que acontece nos dias 23 e 24 de novembro.

O grande desafio existente não está na compreensão das exigências legais, que em síntese determinam um consentimento no uso dos dados pessoais, bem como em seu armazenamento, mas sim na dificuldade real das instituições de saberem quais ferramentas podem apoiar essa adequação.

Conforme avalia Victor Domingues, sócio-proprietário da Realize Hub e consultor do Sebrae-PR, será necessária uma grande reestruturação de sistemas para atender a legislação, sendo necessária uma boa preparação de profissionais e organizações para o novo momento. “A transformação digital se faz mais do que necessária para a sobrevivência e segurança dos negócios e, para isso, não faltam softwares de apoio, no entanto, é preciso torná-los conhecidos para o maior número de pessoas”, defende.

Ainda segundo o consultor, está sendo necessária uma mudança cultural e o desenvolvimento de novos processos, especialmente considerando que diversos setores empresariais estão sendo impactados pela legislação, desde Recursos Humanos, Marketing, Tecnologia da Informação até o Financeiro. Os palestrantes trarão cases e ferramentas para aplicação prática. Entre os nomes confirmados para promoção do debate estão representantes dos principais players do mercado, como a diretora de segurança da Accenture e líder da prática de privacidade e proteção de dados, Vanessa Fonseca, o diretor de Cybersecurity na Microsoft, Nycholas Szucko, a diretora de operações na Pontus Visio, Amanda Ferreira Mozena, o executivo do mercado digital, Tiago Barra. Mais informações sobre a programação pode ser obtidas no site para inscrição do evento, no site do Sympla: https://bit.ly/3nqbj3O.

Futuro e tendências

O DATA TIC também irá debater os desafios impostos pela pandemia da Covid-19 com o objetivo de auxiliar a comunidade de empreendedores indicando caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação. As palestras seguem um formato de apresentação de até 15 minutos e foram pensadas para apoiar profissionais de segmentos de TIC e de Marketing, Compras e Operações, Logística, Jurídico, Financeiro, Contábil, RH, Design. Também é indicado para a comunidade acadêmica de áreas como Marketing, Administração, Direito, Comunicação, Design entre outros.

Serviço:

Data TIC – LGPD – Compliance – Tendências

Data: dia 23 e 24 de novembro

Custo: Gratuito

Onde: YouTube

Inscrições: https://bit.ly/3nqbj3O

Esse evento tem como objetivo apresentar para empreendedores e profissionais de diversas áreas cases e ferramentas relacionadas à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) de forma prática. Além disso, debater tendências, caminhos e oportunidades para a retomada econômica por meio de esforços das áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Realização: Realize Hub e Sebrae. Apoio: Associação Comercial do Paraná (ACP); Associação das empresas brasileiras de tecnologia da informação (Assespro PR); Sistema FIEP PR; PPA Advogados; ROIT; Woke; Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

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ACE-Guarulhos e OAB Guarulhos realizam palestra gratuita sobre a LGPD

A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE-Guarulhos) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – 57ª Subseção Guarulhos realizam a palestra “Aspectos jurídicos e tecnológicos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e seus impactos”.

O evento ocorrerá de maneira online nesta quarta-feira, 18/11, a partir das 19h, e poderá ser acompanhado gratuitamente pelo Facebook da associação (https://pt-br.facebook.com/aceguarulhos/). A inscrição deve ser feita no link http://tiny.cc/j5u3tz. As vagas são limitadas.

A palestra será ministrada por dois especialistas: Alonso Santos Álvares e Nilton Silva Fernandes Souza. Alonso é advogado atuante em Direito Empresarial, vice-presidente Jurídico da ACE-Guarulhos no biênio 2020/2021 e sócio-fundador da Alvares Sociedade de Advogados.

Nilton é diretor da BluePEx e pós-graduado com MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Possui mais de 25 anos de experiência na área da Tecnologia da Informação.

A coordenação do evento será feita pela advogada Carolina Carvalho Lemos, mestranda em Direito, Justiça e Desenvolvimento pelo IDP e membro da diretoria da OAB-Guarulhos, e por Vinicius Caldini, analista de sistemas, professor, escritor e diretor de Tecnologia da ACE-Guarulhos.

Presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves destacou que a LGPD precisa ser bem compreendida por todos os empreendedores brasileiros. “Faço o convite aos nossos associados. A LGPD é um assunto bastante sensível aos empresários e que muda, definitivamente, a relação do fornecedor com o consumidor. O não cumprimento da nova legislação pode gerar multas e afetar as atividades de diversas empresas em nossa cidade. Por isso, a oportunidade que disponibilizamos, por meio desta palestra, é única e essencial”, finalizou o dirigente.

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Como as PMEs podem se proteger contra ransomware

Falar da necessidade de proteger os dados pessoais não é algo novo. Desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 1948, passando pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos, de 1969, a sociedade civil organizada já estabelecia limites para tentar proteger a intimidade de cada indivíduo.

Mais recentemente, em 1988, quando foi promulgada a Constituição Federal, que em seu artigo 1º fala sobre a dignidade da pessoa humana, até os tempos atuais, com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a forma de abordar o direito à privacidade pode ter mudado. No entanto, o que não mudou foi a necessidade de manter o que é privado em sigilo. Em uma sociedade ideal, a frase anterior poderia parecer um pleonasmo, já que ninguém tem o direito de ter acesso a dados que são privativos. No entanto, isso está longe de se confirmar na prática, seja no Brasil ou no restante do mundo.

E, em tempos de pandemia, aumentou ainda mais a incidência dos temidos ataques de ransomware — software malicioso que infecta o computador, criptografa os dados e possibilita que o criminoso exija o pagamento de resgate em moedas não rastreáveis, como bitcoin. Um estudo divulgado recentemente aponta que, nos primeiros seis meses do ano, o aumento no número de casos desta natureza no mundo foi de 72%, devendo chegar a 20 mil até o fim de dezembro.

Uma das explicações para esse aumento vertiginoso é a alteração nos processos de segurança. Quando a grande maioria das empresas precisaram, como de medida de segurança emergencial, enviar seus colaboradores para trabalhar de casa, expuseram seus sistemas, já que as redes domésticas, sem boas práticas de segurança, são muito mais vulneráveis a ataques. E mesmo no caso de redes seguras, seguindo boas práticas de segurança, com VPNs (que mantêm seguros os dados enquanto trafegam pela rede) e firewalls, temos que lembrar que o equipamento que está utilizando a VPN, ou seja, o ambiente onde ela opera, pode estar infectado e comprometido, afetando a segurança da rede.

Na maioria das vezes, os ataques são bastante simples. O que você faria, por exemplo, se recebesse em seu e-mail pessoal o seguinte comunicado: “Sequestramos dados sensíveis que você não gostaria que fossem divulgados”. A genericidade da mensagem faz com que a preocupação de qualquer um vá às nuvens e comece a passar pela cabeça todo tipo de ilação, desde o dia que você deixou a câmera do computador aberta, dados da companhia onde você trabalha que poderiam ser estratégicos para a concorrência até os pagamentos recebidos que poderiam te comprometer com o imposto de renda, ou, ainda, aquelas informações sensíveis de família, que não têm nada de ilegal ou imoral, mas cuja divulgação te incomodaria.

Então pergunta-se: como proceder? Não dá para trabalha no escritório por conta do alto nível de transmissibilidade do novo coronavírus. Mas, por outro lado, enviar os colaboradores para trabalhar de casa sem a devida preparação tecnológica é colocar tudo o que a empresa construiu em risco. Uma resposta possível, que manterá as atividades em dia, de maneira que impacte minimamente sua operação e, ao mesmo tempo, proteja os colaboradores, é contratar uma empresa respeitável em relação à segurança, controle e disponibilidade.

Algumas tecnologias como a VPN já faziam parte do dia a dia das empresas. Entretanto, muitas delas não englobam todos os pontos necessários para que tudo funcione bem em momentos críticos como o que estamos atravessando.

Outras medidas essenciais são: bloquear o acesso a sites perigosos, realizar sazonalmente treinamentos de pessoal para que os colaboradores estejam atentos aos alertas e evitem a navegação inapropriada nesses ambientes virtuais e instalar uma solução de proteção contra malware nas estações de trabalho mesmo fora da empresa. Vale lembrar que a VPN cria uma espécie de túnel entre o ambiente remoto e a empresa, gerando assim uma gama de possíveis riscos à toda a corporação.

Por último e não menos importante: é primordial que se faça um acompanhamento sistêmico das soluções de proteção. Sabemos que muitos profissionais de TI acabam tendo orçamento e tempo restritos, o que é extremamente perigoso. Implementar e não acompanhar o andamento do sistema pode ser até pior do que não contar com nenhuma segurança, já que transmite uma falsa sensação de segurança.

Por todos esses motivos, é imprescindível contar com uma solução que atenda na nuvem, e que abranja todos os serviços em um só, priorizando segurança, controle e disponibilidade para a empresa. Essa característica de one stop shop (encontrar tudo em um único fornecedor) também torna o produto mais acessível, podendo ser até dez vezes mais barato que a contratação de cada uma das funcionalidades de segurança de forma separada ou, ainda, se toda a tecnologia fosse desenvolvida pelo time interno da empresa.

Além de contar com esse fornecedor de tecnologia robusto para se protegerem, os colaboradores de PMEs podem ser orientados a colocar com medidas práticas simples, como a ativação da verificação em duas etapas para os aplicativos, que não abram nenhum link desconhecido, além da verificação constante se a máquina não possui computadores “zumbis” rodando em segundo plano e a negar qualquer pedido feito por telefone ou SMS de números de confirmação.

*Ulisses Penteado é CTO da BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo.

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PESQUISA DA BLUEPEX DESTACA QUE SÓ 2% DAS PMES ESTÃO PREPARADAS PARA A LGPD

Um levantamento feito pela BluePex, empresa nacional da área de segurança da informação, aponta que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulará trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. Este número ínfimo de empresas prontas para a nova legislação contrasta diretamente com a proximidade no início da vigência da LGPD, que acontecerá provavelmente ainda em setembro deste ano.

Mas essa data de vigência já sofreu diversas alterações. Inicialmente aprovado em 2018, o projeto de Lei da LGPD ordenava que a lei passasse a valer em agosto deste ano. No entanto, motivado pela pandemia de Covid-19, que não permitiria que as pessoas e empresas tivessem tempo hábil para se adaptar às mudanças, o Governo Federal preparou uma medida provisória, adiando o início da vigência para maio de 2021. No entanto, a novela em torno da lei ganhou novos capítulos importantes no final do mês de agosto.

No dia 25, a Câmara dos Deputados votou uma nova MP, estabelecendo que a lei começaria a valer em 31 de dezembro de 2020. No dia seguinte (26), o Senado Federal rejeitou ambos os adiamentos, ditando que ela passará a valer assim que a medida provisória for aprovada pela presidência da República, o que tem prazo de até 15 dias úteis para sanção. No mesmo dia da decisão do Senado, o Governo ainda criou outra MP, estabelecendo a estrutura de cargos da Autoridade Nacional de Proteção e Dados (ANPD), nome dado à entidade independente que estará responsável por regular as atividades envolvendo a LGPD, mas ainda sem a nomeação de qualquer integrante.

Em meio a tantas divergências e incertezas, o que é fato é a falta de maturidade das empresas brasileiras neste quesito. A pesquisa da BluePex mostra, ainda, que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação à nova lei.

Para o CEO da empresa, Jefferson Penteado, é essencial que as PMEs, principalmente aquelas com um menor faturamento, se adequem imediatamente à nova lei. “As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração). Uma multa dessa monta pode significar o fim de um negócio bem sucedido. E não basta ter a intenção de cuidar dos dados de seus clientes. A legislação prevê que a empresa tem a obrigação de mantê-los seguros”, alerta. O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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