Só 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD, aponta pesquisa da BluePex

Um levantamento feito pela BluePex, uma das principais empresas nacionais da área de segurança da informação, aponta que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulará trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. Este número ínfimo de empresas prontas para a nova legislação contrasta diretamente com a proximidade no início da vigência da LGPD, que acontecerá provavelmente ainda em setembro deste ano.

O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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LGPD já está valendo, As empresas pediam mais tempo para se adequarem, mas a prorrogação foi rejeitada e a lei foi sancionada pelo presidente.

Depois de meses sem uma decisão, o Senado rejeitou a prorrogação da LGPD e o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei nº 13.709, que passa a valer a partir de hoje, sexta-feira (18). Apesar de todos os alertas e recomendações, muitas empresas brasileiras ainda não estão em conformidade com todas as regras impostas pela nova legislação e precisarão acelerar os processos para evitar multas e penalidades. Mesmo com a vigência da LGPD, as punições serão aplicadas somente a partir de agosto de 2021.

Um levantamento feito pela BluePex, especializada na área de segurança da informação, aponta que apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela LGPD, que regula trâmites envolvendo a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros.

Para Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil a chegada da LGPD é um desafio que traz oportunidades de uma maior e mais proveitosa governança de dados por parte das empresas, que pode proporcionar benefícios a curto, médio e longo prazo.

“Sem dúvidas, a entrada em vigor da LGPD traz desafios para as empresas brasileiras. Ainda assim, vejo o momento como uma oportunidade de olhar para os dados de forma diferente, como mais uma ferramenta de conhecimento do negócio para a tomada de decisões importantes dentro das companhias”, explica Gustavo.

Apesar de um longo período sem uma decisão definitiva, o executivo avalia que muitas companhias brasileiras ainda necessitam adaptar seus negócios.

“Tivemos bastante tempo para nos preparamos, mas é compreensível que em um País como Brasil muitas empresas ainda não estejam totalmente preparadas para a LGPD. O papel das provedoras de tecnologia é apoiar seus clientes no cumprimento de todas as determinações da Lei Geral de Proteção de Dados para que não sofram qualquer penalidade e, ainda, para que aproveitem o momento para se reinventar”.

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XMobots: segurança na TI com BluePex

Companhia brasileira de drones monitora rede e controla ativos com solução.

A XMobots, maior empresa brasileira de desenvolvimento de drones, adotou soluções de segurança da paulista BluePex.

Agora, a empresa monitora seus riscos de rede com um painel de controle customizado de gerenciamento de vulnerabilidades, identificando as ameaças em tempo real.

Outra funcionalidade é a automatização dos inventários da infraestrutura de tecnologia da informação, uma exigência de investidores que aportaram capital na empresa.

Para o gestor de TI da empresa, Caio Fajardo, a implementação dos serviços da BluePex significou um incremento de 90% na produtividade da equipe de TI.

“Contar com esta parceria revolucionou nosso departamento”, afirma Fajardo.

Fundada em 2007 em São Carlos, um dos principais polos aeronáuticos do Brasil, a XMobots anunciou recentemente um um investimento de R$ 4,75 milhões para a implantação de uma nova fábrica em Itajubá, cidade mineira com cerca de 97 mil habitantes.

Com o início das obras previsto para janeiro de 2021 e o das operações, para julho, a planta será construída em uma área de 11 mil metros quadrados doada pelo município, localizada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá (Incit).

A XMobots tem um time de pesquisa e desenvolvimento composto por mais de 60 engenheiros, a empresa desenvolve toda a mecânica, hardware e software presente em seus drones, sendo a única companhia do Brasil que desenvolve 100% das tecnologias presentes em seus produtos.

A BluePex tem 20 anos de mercado e 1 mil clientes ativos. A empresa é considerada pelo Ministério da Defesa uma Empresa Estratégica de Defesa (EED).

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PESQUISA MOSTRA QUE APENAS 2% DAS PMES ESTÃO PREPARADAS PARA A LGPD

A BluePex, organização que desenvolve projetos de segurança da informação, realizou um levantamento apontando que apenas 2% das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) acreditam estar devidamente preparadas para seguir as novas normas da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

O Projeto de Lei responsável pela LGPD foi sancionado em 2018 e deveria começar a valer a partir de agosto de 2020. Entretanto, com a chegada da pandemia de covid-19, as empresas e colaboradores envolvidos não tiveram tempo suficiente para implementar as mudanças, o que levou o Governo a criar uma medida provisória, adiando o início da LGPD para maio de 2021.

AINDA NÃO SE SABE QUANDO A LGPD SERÁ IMPLEMENTADA

A Câmara dos Deputados votou uma nova Medida Provisória, determinando que a nova lei passaria a valer em 31 de dezembro, ainda neste ano. Porém o Senado Federal resolveu adiar algumas das medidas para maio de 2021, enquanto outras permaneceriam em 2020.

A LGPD foi sancionada e transformada na Lei nº 14.010/2020, sem dispensar o artigo que prorroga a vigência de dispositivos acerca das penalidades da lei. Nesse sentido, a aplicação de multas só deverá começar a valer a partir de 1º de agosto do próximo ano.

Sendo assim, a MP nº 959 foi aprovada pelo Senado Federal, com exceção do artigo 4º, que teve sua vigência prorrogada para maio de 2021.

Em agosto deste ano, foi decretada a aprovação no quadro dos cargos em comissão e da estrutura regimental, além das funções de confiança da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).

A partir de setembro, a lei entrou em vigor, apenas com exceção das sanções previstas na legislação, que passarão para o plano prático a partir de agosto de 2021.

Ou seja, a lei já está em vigor, ainda que não esteja aplicando multas. De toda forma, as empresas devem procurar se adequar o quanto antes.

MUITAS EMPRESAS NÃO ESTÃO PREPARADAS PARA ADOTAR A LGPD

Após tantos capítulos e desdobramentos, permanece a certeza de que muitas empresas ainda não possuem a maturidade necessária para cumprir todas as determinações da LGPD.

De acordo com a pesquisa feita pela BluePex, por volta de 30% das organizações não se sentem preparadas e 63% das PMEs acreditam estar apenas parcialmente prontas. Além disso, 5% dos negócios participantes do estudo não deram início ao processo de adequação.

De acordo com a BluePex, é fundamental que as PMEs, principalmente as que ainda não possuem alto faturamento, consigam se adaptar imediatamente à LGPD. Há multas previstas para o descumprimento da lei que podem variar de 2% do faturamento empresarial até R$ 50 milhões.

Uma penalidade dessa magnitude pode representar o fim de uma empresa. Além de saber como cuidar bem dos dados de clientes, a lei também prevê que a empresa deverá ter a obrigação de mantê-los em segurança.

A LGPD rege normas acerca do armazenamento, da captação, da segurança, do tratamento e compartilhamento de dados pessoais, assegurando mais proteção e multas em casos de descumprimento dos regimentos. Algumas dicas para implementação da LGPD por empresas são:

  • Conscientizar a empresa;
  • Contratar uma assessoria para o mapeamento dos dados;
  • Definir um Comitê de Implementação;
  • Contratar uma assessoria jurídica para compatibilizar e criar documentos com cláusulas de proteção à privacidade;
  • Promover treinamento para a equipe;
  • Organizar os documentos que tratem sobre proteção de dados.

ADEQUAÇÃO DE EMPRESAS À NOVA LGPD COM AUXÍLIO ESPECIALIZADO

As empresas devem estar em conformidade com a LGPD e, para que consigam tal feito, precisam de informação, tecnologia e acompanhamento especializado. A Unitfour é uma empresa que está em conformidade com a LGPD e, por ser um bureau de dados que valoriza seus clientes e parceiros, realizou adequações, tais como:

  • Revisão de produtos (alguns foram retirados do portfólio e outros, ajustados para se adequar à nova lei);
  • Treinamento anual para os colaboradores sobre a nova lei;
  • Revisão de contratos.

Pelo site, é possível conhecer melhor a Unitfour e acessar a página dedicada exclusivamente à LGPD.

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Só 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD, aponta pesquisa

Levantamentodla BluePex, empresa nacional da área de segurança da informação, aponta que só 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulará trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. Este número ínfimo de empresas prontas para a nova legislação contrasta diretamente com a proximidade no início da vigência da LGPD, que acontecerá provavelmente ainda em setembro deste ano.

Mas essa data de vigência já sofreu diversas alterações. Inicialmente aprovado em 2018, o projeto de Lei da LGPD ordenava que a lei passasse a valer em agosto deste ano. No entanto, motivado pela pandemia de Covid-19, que não permitiria que as pessoas e empresas tivessem tempo hábil para se adaptar às mudanças, o Governo Federal preparou uma medida provisória, adiando o início da vigência para maio de 2021. No entanto, a novela em torno da lei ganhou novos capítulos importantes no final do mês de agosto.

No dia 25, a Câmara dos Deputados votou uma nova MP, estabelecendo que a lei começaria a valer em 31 de dezembro de 2020. No dia seguinte (26), o Senado Federal rejeitou ambos os adiamentos, ditando que ela passará a valer assim que a medida provisória for aprovada pela presidência da República, o que tem prazo de até 15 dias úteis para sanção. No mesmo dia da decisão do Senado, o Governo ainda criou outra MP, estabelecendo a estrutura de cargos da Autoridade Nacional de Proteção e Dados (ANPD), nome dado à entidade independente que estará responsável por regular as atividades envolvendo a LGPD, mas ainda sem a nomeação de qualquer integrante.

Em meio a tantas divergências e incertezas, o que é fato é a falta de maturidade das empresas brasileiras neste quesito. A pesquisa da BluePex mostra, ainda, que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação à nova lei.

Para o CEO da empresa, Jefferson Penteado, é essencial que as PMEs, principalmente aquelas com um menor faturamento, se adequem imediatamente à nova lei. “As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração). Uma multa dessa monta pode significar o fim de um negócio bem sucedido. E não basta ter a intenção de cuidar dos dados de seus clientes. A legislação prevê que a empresa tem a obrigação de mantê-los seguros”, alerta. O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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Soluções avançadas substituem práticas tradicionais de segurança

Capacidade de analisar dados, aprender novos padrões e responder às ameaças alia IA à cibersegurança

A capacidade de analisar imensas quantidades de dados como pistas de ataques cibernéticos, aprender novos padrões e responder às ameaças alia as tecnologias de inteligência artificial (IA) à cibersegurança, apesar de trazerem desafios como riscos por adoção em movimentos de transformação digital e pelos atacantes.

“Avanços da IA substituem práticas tradicionais de segurança”, explica Alex Aguiar, sócio da EY. Vários níveis de aprendizado de máquina (ML), como processamento de linguagem natural (PNL) e treinamento de máquinas permitem a coleta de dados de referência com impacto em análise preditiva e reconhecimento de padrões, ajudando a detectar intrusão, fraude, malware e vírus.

Por aqui, o maior uso é na soma de IA e automação. Como a automatização dos ataques para ganhar volume e encontrar entrada para hackers, a defesa com ML no software de gerenciamento e correlação de eventos de segurança (SIEM) se baseia em dados como anomalia de tráfego de rede e comportamento de usuários, com aprendizado dee novas regras, para identificação de ameaças desconhecidas (zero day) ou bloqueios, como isolamento de área da rede, desligamento de máquinas ou acionamento da equipe de segurança, diz André Fleury, especialista da Accenture.

Estudo da IBM coloca a IA entre os pilares da defesa eficiente, ao lado de gestão do plano de continuidade e resposta a incidente. A detecção de comportamento do usuário ajuda a impedir fraudes; automação e resposta afunila os casos com necessidade de intervenção humana; e retroalimentação e reaprendizagem melhoram a atuação do sistema, exemplifica o líder de segurança João Rocha.

Fornecedores empregam tecnologias de IA em várias camadas. A Check Point, nos quatro estágios do ciclo de segurança adaptável – prevenção, impedimento, detecção e resposta -, respondendo por 10% dos ataques bloqueados pela marca. Um exemplos é o Malware DNA, mecanismo da solução de prevenção de ameaças SandBlast Network para identificar e bloquear novas ameaças antes de danos. O country manager Claudio Bannwart destaca ainda a capacidade da plataforma ClaudGuard de evitar ataques de sexta geração (GEN VI), que exploram redes 5G e conectividade entre dispositivos inteligentes.

Marcos Oliveira, country manager da Palo Alto, conta que firewalls com tecnologia de ML alcançam 95% de sucesso contra ameaças comuns de arquivos e da web, detectam dispositivos IoT e criam entrega de assinaturas em menos de 10 segundos, com redução de 99,5% nos sistemas infectados. A IA chegou ainda à aplicação de detecção e resposta (XDR) para integração de dados de rede, dispositivos e nuvem; à plataforma Cortex de orquestração, automação e resposta (SOAR); à rede de longa distância definida por software (SD-Wan); e à plataforma nativa em nuvem de segurança Prisma, para segurança de dados, aplicações web e APIs, micro segmentação baseada em identidade e segurança de gerenciamento e identidade de acesso (IAM). Já a Force Point oferece soluções com visibilidade total de usuários, identificação de desvios de comportamento e contra medida em tempo real, aponta o country manager Fellipe Canale.

A TrendMicro emprega ML desde de 2005 em proteção contra ataques direcionados de e-mail, fraudes financeiras e rabsomware. O conceito de IA é aplicado desde a identificação de contas abusivas em redes sociais até a proteção de dispositivos antes e durante a execução de arquivos maliciosos, passando por investigação e correlação de ataques de rede. A plataforma XDR aplica IA para identificar incidentes em várias camadas, como email, estações de trabalho, servidores e rede, diz o especialista Robson Borges. A Bluepex, por sua vez, emprega IA e ML em todos seus produtos, em especial para identificar comportamentos anômalos aos padrões de rede e o comportamento do usuário.

O uso de ML para detecção de brechas que chega até aplicações populares, como Office 365, compõe o portfólio da Microsoft, cuja solução Insider permite estabelecer políticas de gerenciamento, indicadores e alertas para riscos, para todos, grupos ou usuários individuais, destaca o diretor de tecnologia Fernando Lemos. A Agility, segundo o CEO Fabrio Soto, emprega IA para identificar e combater fraudes em transações financeiras, novas vulnerabilidades sem necessidade de escaneamento ou testes de intrusão e dados privados em bancos de dados e arquivos na nuvem ou no ambiente de TI, com capacidade de classifica-los.
Já a Fujitsu anunciou em outubro tecnologia para tornar seus modelos de IA mais robustos contra hackers que, por exemplo, tentem indução a julgamentos equivocados. O resultado evitou cerca de 88% de erros de análise e no ano que vem as técnicas devem compor oferta de tecnologia no aprimoramento de segurança, segundo o diretor Alex Takaoka.

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A Importância da Adaptação das Empresas à LGPD

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento

Por Eduardo Tardelli

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Ajuda com crédito e otimização de processos de negócio são foco no terceiro dia de Feira do Empreendedor 2020

A palestra que abriu essa terça-feira de Feira do Empreendedor 2020 foi a de Celso Augusto, instrutor na área de finanças e sócio da empresa Evo Consultoria e Treinamento, que trouxe um conteúdo sobre a redução de custos fixos de uma empresa. Celso explicou que muitos negócios não têm ideia de quais são seus custos fixos, apenas os custos variáveis. “Muitas vezes, os donos de empresas fazem o cálculo de faturamento e subtraem os custos variáveis e dizem que está sobrando dinheiro. Todas as empresas têm um custo, seja indústria, comércio ou serviço. Mesmo um negócio pequeno que funciona dentro de casa”. O consultor também deu algumas dicas de como os empreendedores podem analisar esses custos e aplicar esforços para reduzi-los.

Transformando as relações com o cliente e consigo mesmo

A apresentação que seguiu foi de Léo Duarte, palestrante em assuntos de inovação e criatividade, que mostrou como a comunicação pode ser mais criativa para melhorar o processo de vendas. Para otimizar essa jornada, Duarte explica que é preciso entender alguns fatores para se conectar melhor com os clientes. “A gente precisa entender o que estamos vendendo e, em seguida, entender para quem estamos vendendo. Ao se focar apenas no produto, o cliente pode não se sentir relevante nessa equação da venda por não enxergar o benefício daquilo que está comprando”, disse. O palestrante também abordou a importância de ter um pitch, palavra inglesa usada para definir, de maneira clara e sucinta, uma ideia, principalmente em situações de venda.

A terceira palestra do dia foi do analista comportamental, Diego Rafael, que trouxe uma explicação sobre a jornada de transformação para alcançar a prosperidade. Uma das formas, apontadas por Diego, é buscar o equilíbrio no dia a dia, principalmente no tempo investido tanto nos negócios como nos cuidados pessoais. Para fazer isso, o analista informou que o ideal é sempre manter as metas e objetivos escritos, para que possa sempre os consultar.

Crédito no período de pandemia

No início da tarde, foi a vez de Luiz Marcelo Padilha, do Sebrae-PR, e Kátia Teixeira, empresária do setor de artigos esportivos de Foz do Iguaçu, conversarem sobre o acesso a crédito no momento de retomada. Marcelo apresentou como funcionou o programa Acelera Foz, que ofereceu linhas de crédito de mais fácil acesso para os empreendedores do município. Kátia compartilhou um pouco de sua experiência participando desse programa, com toda a facilidade e benefícios oferecidos nessa parceria.

Logo após foi o painel de João Stadler Colombo, da Colombo Assessoria, que falou sobre alternativas de crédito para investimentos e capital de giro. João explicou como funcionam as taxas de juros dos empréstimos e como elas são influenciadas pelo mercado. “Quanto maior a taxa de juros, maior a parcela de pagamento do crédito, já quanto maior o prazo para o pagamento, menor será essa parcela. A inflação é o que vai influenciar diretamente na taxa de juros”, explicou ele.

No fim da tarde, Renan Carneiro, do banco Sicoob, apresentou sobre gestão inteligente de crédito em tempos de crise. Segundo Renan, esse momento não é para cessar a concessão de crédito e sim para fazer isso de forma inteligente. “Se tem um momento que precisa ser concedido crédito inteligente, o momento é agora. Em 2019, o Sicoob ofereceu cerca de R﹩17,11 milhões em crédito para PJs, já nesse ano foi de R﹩ 33,29 milhões, informou Rafael.

Melhorando a relação com o cliente

Os especialistas em experiência do consumidor Elaine Mazzon e Charles Beck Varani comandaram uma apresentação sobre como os empreendedores podem ter sucesso na relação com os clientes. Ao explicar como funciona a customer experience, Charles comentou que essa é uma prática de gestão. “A gente sabe que o cliente tem diversos momentos de contato com a empresa, por exemplo, quando ele vê uma publicidade na rua ou acessa um ponto de venda, seja digital ou físico. A experiência fala em dar coerência para essa jornada, para que o consumidor possa compreender aquilo que é o diferencial da marca”, contou o especialista. Elaine comentou que o customer success está relacionado com o momento de o comprador voltar a fazer negócios com a empresa. “O sucesso dessa jornada consiste em mapear as estratégias para ficar no radar dos clientes. Então, é importante sempre medir a satisfação, o engajamento e fidelizar esses consumidores”, disse.

Otimizando a empresa

Para falar um pouco de formas de otimizar a empresa, Nilton Souza, da BluePex, trouxe um pouco de informação sobre tecnologia da informação para os negócios. Com relação a segurança digital, Nilton comentou que estar seguro não é apenas se proteger de ataques online. “Um ponto importante de entender é que ao falar de segurança da informação, também estamos falando da disponibilidade e funcionamento de um sistema. Por exemplo, se a pessoa não conseguir emitir uma nota fiscal, isso pode influenciar na venda e na produtividade de quem está acessando aquela rede”.

Logo após foi a vez de Rafael Buchweiser, do Pagseguro Pagbank, apresentou um conteúdo sobre como otimizar os processos e custos com novos meios de pagamentos. Rafael citou que os futuros empreendedores precisam buscar soluções de softwares para transações financeiras que sejam mais acessíveis e fáceis de serem entendidos.

Quem finalizou esse terceiro dia da Feira de Empreendedor 2020 foi Mayara Yano, do Banco Central, junto com Adriano Pereira da Silva, do Sebrae-PR, que comentaram um pouco do papel do PIX, novo meio de realizar transações bancárias de forma digital implementada no Brasil. Além de explicar como funciona o PIX, Mayara também citou como os pequenos negócios podem utilizar esse método de pagamento. “Você pode gerar um QR Code para receber o dinheiro. Se estamos falando de um pequeno negócio ou autônomo, é só o gerar no celular e mostrar para quem irá fazer o pagamento. As empresas que possuem um nível de automação maior, é possível integrar o PIX com o sistema de vendas com uma API que padronizamos”, exemplificou.

A Feira do Empreendedor 2020 acontece até o dia 26 de novembro, de maneira completamente digital. Para se inscrever e acompanhar todos os conteúdos, acesse: https://feiradoempreendedor2020.com.br/

Assista aos conteúdos do terceiro dia de Feira do Empreendedor 2020: https://youtu.be/T9UeMyd6zTY

Fonte: Sebrae-SP

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Ajuda com crédito e otimização de processos de negócios são foco na FEDigital

A palestra que abriu essa terça-feira de Feira do Empreendedor 2020 foi a de Celso Augusto, instrutor na área de finanças e sócio da empresa Evo Consultoria e Treinamento, que trouxe um conteúdo sobre a redução de custos fixos de uma empresa. Celso explicou que muitos negócios não têm ideia de quais são seus custos fixos, apenas os custos variáveis. “Muitas vezes, os donos de empresas fazem o cálculo de faturamento e subtraem os custos variáveis e dizem que está sobrando dinheiro. Todas as empresas têm um custo, seja indústria, comércio ou serviço. Mesmo um negócio pequeno que funciona dentro de casa”. O consultor também deu algumas dicas de como os empreendedores podem analisar esses custos e aplicar esforços para reduzi-los.

Transformando as relações com o cliente e consigo mesmo

A apresentação que seguiu foi de Léo Duarte, palestrante em assuntos de inovação e criatividade, que mostrou como a comunicação pode ser mais criativa para melhorar o processo de vendas. Para otimizar essa jornada, Duarte explica que é preciso entender alguns fatores para se conectar melhor com os clientes. “A gente precisa entender o que estamos vendendo e, em seguida, entender para quem estamos vendendo. Ao se focar apenas no produto, o cliente pode não se sentir relevante nessa equação da venda por não enxergar o benefício daquilo que está comprando”, disse. O palestrante também abordou a importância de ter um pitch, palavra inglesa usada para definir, de maneira clara e sucinta, uma ideia, principalmente em situações de venda.

A terceira palestra do dia foi do analista comportamental, Diego Rafael, que trouxe uma explicação sobre a jornada de transformação para alcançar a prosperidade. Uma das formas, apontadas por Diego, é buscar o equilíbrio no dia a dia, principalmente no tempo investido tanto nos negócios como nos cuidados pessoais. Para fazer isso, o analista informou que o ideal é sempre manter as metas e objetivos escritos, para que possa sempre os consultar.

Crédito no período de pandemia

No início da tarde, foi a vez de Luiz Marcelo Padilha, do Sebrae-PR, e Kátia Teixeira, empresária do setor de artigos esportivos de Foz do Iguaçu, conversarem sobre o acesso a crédito no momento de retomada. Marcelo apresentou como funcionou o programa Acelera Foz, que ofereceu linhas de crédito de mais fácil acesso para os empreendedores do município. Kátia compartilhou um pouco de sua experiência participando desse programa, com toda a facilidade e benefícios oferecidos nessa parceria.

Logo após foi o painel de João Stadler Colombo, da Colombo Assessoria, que falou sobre alternativas de crédito para investimentos e capital de giro. João explicou como funcionam as taxas de juros dos empréstimos e como elas são influenciadas pelo mercado. “Quanto maior a taxa de juros, maior a parcela de pagamento do crédito, já quanto maior o prazo para o pagamento, menor será essa parcela. A inflação é o que vai influenciar diretamente na taxa de juros”, explicou ele.

No fim da tarde, Renan Carneiro, do banco Sicoob, apresentou sobre gestão inteligente de crédito em tempos de crise. Segundo Renan, esse momento não é para cessar a concessão de crédito e sim para fazer isso de forma inteligente. “Se tem um momento que precisa ser concedido crédito inteligente, o momento é agora. Em 2019, o Sicoob ofereceu cerca de R$17,11 milhões em crédito para PJs, já nesse ano foi de R$ 33,29 milhões”, informou Rafael.

Melhorando a relação com o cliente

Os especialistas em experiência do consumidor Elaine Mazzon e Charles Beck Varani comandaram uma apresentação sobre como os empreendedores podem ter sucesso na relação com os clientes. Ao explicar como funciona a customer experience, Charles comentou que essa é uma prática de gestão. “A gente sabe que o cliente tem diversos momentos de contato com a empresa, por exemplo, quando ele vê uma publicidade na rua ou acessa um ponto de venda, seja digital ou físico. A experiência fala em dar coerência para essa jornada, para que o consumidor possa compreender aquilo que é o diferencial da marca”, contou o especialista. Elaine comentou que o customer success está relacionado com o momento de o comprador voltar a fazer negócios com a empresa. “O sucesso dessa jornada consiste em mapear as estratégias para ficar no radar dos clientes. Então, é importante sempre medir a satisfação, o engajamento e fidelizar esses consumidores”, disse.

Otimizando a empresa

Para falar um pouco de formas de otimizar a empresa, Nilton Souza, da BluePex, trouxe um pouco de informação sobre tecnologia da informação para os negócios. Com relação a segurança digital, Nilton comentou que estar seguro não é apenas se proteger de ataques online. “Um ponto importante de entender é que ao falar de segurança da informação, também estamos falando da disponibilidade e funcionamento de um sistema. Por exemplo, se a pessoa não conseguir emitir uma nota fiscal, isso pode influenciar na venda e na produtividade de quem está acessando aquela rede”.

Logo após foi a vez de Rafael Buchweiser, do Pagseguro Pagbank, apresentou um conteúdo sobre como otimizar os processos e custos com novos meios de pagamentos. Rafael citou que os futuros empreendedores precisam buscar soluções de softwares para transações financeiras que sejam mais acessíveis e fáceis de serem entendidos.

Quem finalizou esse terceiro dia da Feira de Empreendedor 2020 foi Mayara Yano, do Banco Central, junto com Adriano Pereira da Silva, do Sebrae-PR, que comentaram um pouco do papel do PIX, novo meio de realizar transações bancárias de forma digital implementada no Brasil. Além de explicar como funciona o PIX, Mayara também citou como os pequenos negócios podem utilizar esse método de pagamento. “Você pode gerar um QR Code para receber o dinheiro. Se estamos falando de um pequeno negócio ou autônomo, é só o gerar no celular e mostrar para quem irá fazer o pagamento. As empresas que possuem um nível de automação maior, é possível integrar o PIX com o sistema de vendas com uma API que padronizamos”, exemplificou.

A Feira do Empreendedor 2020 acontece até o dia 26 de novembro, de maneira completamente digital. Para se inscrever e acompanhar todos os conteúdos, acesse: https://feiradoempreendedor2020.com.br/

Assista aos conteúdos do terceiro dia de Feira do Empreendedor 2020: https://youtu.be/T9UeMyd6zTY

Ajuda com crédito e otimização de processos são foco do terceiro dia da Feira do Empreendedor 2020

Evento acontece de forma digital até quinta-feira (26); inscrições são gratuitas e ainda podem ser realizadas

A redução de custos fixos de uma empresa foi tema da palestra de Celso Augusto, instrutor na área de finanças e sócio da empresa Evo Consultoria e Treinamento, na abertura do terceiro dia da Feira do Empreendedor 2020, nesta terça (24). Celso explicou que muitos negócios não têm ideia de quais são seus custos fixos, apenas os custos variáveis. “Muitas vezes, os donos de empresas fazem o cálculo de faturamento e subtraem os custos variáveis e dizem que está sobrando dinheiro. Todas as empresas têm um custo, seja indústria, comércio ou serviço. Mesmo um negócio pequeno que funciona dentro de casa”, disse. O consultor também deu algumas dicas de como os empreendedores podem analisar esses custos e aplicar esforços para reduzi-los.

Transformando as relações com o cliente e consigo mesmo

A apresentação que seguiu foi a de Léo Duarte, palestrante em assuntos de inovação e criatividade, que mostrou como a comunicação pode ser mais criativa para melhorar o processo de vendas. Para otimizar essa jornada, Duarte explicou que é preciso entender alguns fatores para se conectar melhor com os clientes. “A gente precisa entender o que está vendendo e, em seguida, para quem. Ao se focar apenas no produto, o cliente pode não se sentir relevante nessa equação da venda por não enxergar o benefício daquilo que está comprando”, disse. O palestrante também abordou a importância de ter um pitch, palavra inglesa usada para definir, de maneira clara e sucinta, uma ideia, principalmente em situações de venda.

A terceira palestra do dia foi do analista comportamental, Diego Rafael, que trouxe uma explicação sobre a jornada de transformação para alcançar a prosperidade. Uma das formas apontadas por Diego é buscar o equilíbrio no dia a dia, principalmente no tempo investido tanto nos negócios como nos cuidados pessoais. Para fazer isso, o analista informou que o ideal é sempre manter as metas e objetivos escritos, para que possa sempre consultá-los.

Crédito no período de pandemia

No início da tarde, foi a vez de Luiz Marcelo Padilha, do Sebrae/PR, e Kátia Teixeira, empresária do setor de artigos esportivos de Foz do Iguaçu, conversarem sobre o acesso a crédito no momento de retomada. Marcelo apresentou como funcionou o programa Acelera Foz, que ofereceu linhas de crédito de mais fácil acesso para os empreendedores do município. Kátia compartilhou um pouco de sua experiência participando desse programa, com toda a facilidade e benefícios oferecidos na parceria.

Logo após, veio o painel de João Stadler Colombo, da Colombo Assessoria, que falou sobre alternativas de crédito para investimentos e capital de giro. João explicou como funcionam as taxas de juros dos empréstimos e como são influenciadas pelo mercado. “Quanto maior a taxa de juros, maior a parcela de pagamento do crédito; já quanto maior o prazo para o pagamento, menor será essa parcela. A inflação é o que vai influenciar diretamente na taxa de juros”, explicou ele.

No fim da tarde, Renan Carneiro, da cooperativa de crédito Sicoob, explanou sobre gestão inteligente de crédito em tempos de crise. Segundo Renan, esse momento não é para cessar a concessão de crédito e sim para mantê-la de forma inteligente. “Se tem um momento em que precisa ser concedido crédito inteligente, o momento é agora. Em 2019, o Sicoob ofereceu cerca de R$17,11 milhões em crédito para PJs, já neste ano foi de R$ 33,29 milhões”, informou.

Melhorando a relação com o cliente

Os especialistas em experiência do consumidor Elaine Mazzon e Charles Beck Varani comandaram uma apresentação sobre como os empreendedores podem ter sucesso na relação com os clientes. Ao explicar como funciona a customer experience, Charles comentou que essa é uma prática de gestão. “A gente sabe que o cliente tem diversos momentos de contato com a empresa, por exemplo, quando ele vê uma publicidade na rua ou acessa um ponto de venda, seja digital ou físico. A experiência fala em dar coerência para essa jornada, para que o consumidor possa compreender aquilo que é o diferencial da marca”, contou o especialista.

Elaine comentou que o Customer Success está relacionado com o momento de o comprador voltar a fazer negócios com a empresa. “O sucesso dessa jornada consiste em mapear as estratégias para ficar no radar dos clientes. Então, é importante sempre medir a satisfação, o engajamento e fidelizar esses consumidores”, disse.

Otimizando a empresa

Para falar um pouco de formas de otimizar a empresa, Nilton Souza, da BluePex, trouxe dados sobre tecnologia da informação para os negócios. Com relação à segurança digital, Nilton comentou que estar seguro não é apenas se proteger de ataques online. “Um ponto importante de entender é que ao falar de segurança da informação, também estamos falando da disponibilidade e funcionamento de um sistema. Por exemplo, se a pessoa não conseguir emitir uma nota fiscal, isso pode influenciar na venda e na produtividade de quem está acessando aquela rede.”

Logo após Rafael Buchweiser, do Pagseguro Pagbank, apresentou um conteúdo sobre como otimizar os processos e custos com novos meios de pagamentos. Rafael citou que os futuros empreendedores precisam buscar soluções de softwares para transações financeiras que sejam mais acessíveis e fáceis de serem entendidos.

Quem finalizou o terceiro dia da Feira de Empreendedor 2020 foi Mayara Yano, do Banco Central, junto com Adriano Pereira da Silva, do Sebrae/PR, que comentaram um pouco do papel do PIX, novo meio de realizar transações bancárias de forma digital implementado no Brasil. Além de explicar como funciona o PIX, Mayara também citou como os pequenos negócios podem utilizar esse método de pagamento. “Você pode gerar um QR Code para receber o dinheiro. Se estamos falando de um pequeno negócio ou autônomo, é só o gerar no celular e mostrar para quem irá fazer o pagamento. Às empresas que possuem um nível de automação maior, é possível integrar o PIX com o sistema de vendas com uma API que padronizamos”, exemplificou.

FEDigital 2020

As inscrições podem ser feitas pelo site. A programação é 100% gratuita e ocorrerá até 26 de novembro, em ambiente online.

Por Renan Araújo

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