BluePex® tem renovado seu credenciamento como empresa estratégica para a defesa do Brasil

Com a chancela, recebida após avaliação técnica, Forças Armadas do Brasil reconhecem a tecnologia da BluePex® como essencial para a manutenção da soberania nacional

A BluePex® – empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em defesa, controle e disponibilidade – acaba de obter o reconhecimento das Forças Armadas do Brasil em relação à qualidade de seus processos e a eficiência de suas soluções. A empresa acaba de passar por avaliação técnica e administrativa que resultou na renovação do credenciamento da BluePex® como Empresa Estratégica de Defesa (EED), selo que carrega desde 2012, bem como o de detentora de Produto Estratégico de Defesa (PED).

De acordo com Jefferson Penteado, fundador e presidente da BluePex®, o novo reconhecimento reforça a parceria existente entre a BluePex® e as Forças Armadas, que já dura oito anos, e resultou em uma série de melhorias, fruto de um desenvolvimento conjunto, à tecnologia fornecida pela empresa.

“O Exército Brasileiro vem sendo um parceiro muito importante e contribuiu significativamente, ao longo dos anos, para tornar as soluções da BluePex® cada vez mais eficientes e robustas. A chancela das forças armadas é uma prova de que nossa tecnologia está pronta para atender ao mais alto nível de exigência em segurança da informação e um grande incentivo para continuarmos inovando”, afirma.

Entenda o que é uma EED

Com a chancela de Empresa Estratégica de Defesa, criada a partir da lei 12.598/2012, as Forças Armadas reconhecem o importante papel da iniciativa privada no desenvolvimento de tecnologias que podem ser usadas para a defesa do País, e oferecem uma série de incentivos para as empresas consideradas pelo Ministério da Defesa como estratégicas. Essas empresas, que passam por uma criteriosa avaliação, são aquelas que dispõe de conhecimento e de tecnologias essenciais para  a manutenção da soberania nacional.

Para se tornar uma EED, a empresa precisa preencher uma série de requisitos. Entre eles, ter sua sede administrativa e industrial no Brasil, investir em atividades de pesquisa e ter maioria de brasileiros em seu quadro de acionistas.

Uma das condições mais importantes diz respeito ao compartilhamento tecnológico: a EED deve compartilhar com as forças armadas os direitos de propriedade intelectual e industrial de seus produtos. No entanto, ela poderá contar com a imensa e moderna estrutura das forças armadas para desenvolver ainda mais suas tecnologias e receberá incentivos para o desenvolvimento tecnológico. Com isso, a empresa poderá acelerar o processo de inovação e gerar novas tecnologias, que ela poderá fornecer, com sua própria marca, ao mercado.

Um dos maiores exemplos de sucesso deste tipo de compartilhamento e incentivo é a EMBRAER. A parceria com a Força Aérea Brasileira foi essencial para que a empresa pudesse desenvolver produtos melhores e se consolidar como uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo.

Sobre a BluePex®

Uma das principais empresas da área de segurança da informação, a BluePex® é considerada pelo Ministério da Defesa uma Empresa Estratégica de Defesa (EED). Com mais de 20 anos de mercado e mil clientes ativos, a BluePex® desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em segurança, controle e disponibilidade. Como uma one stop shop de produtos do segmento de segurança, oferece tecnologias inovadoras, completas, intuitivas e totalmente em nuvem.

Desde 2018, a BluePex® oferece a plataforma BluePex Cloud Suite, que contempla todos os recursos que o responsável pela tecnologia da informação precisa para garantir a proteção e disponibilidade da rede corporativa, além da produtividade das equipes. Entre os recursos da plataforma, uma das primeiras em nível mundial a ser 100% em nuvem, estão o gerenciamento integrado e inteligente de serviços, firewall, antispam, nuvem de backup, monitor de data center, controle e proteção de endpoints e servidores. Quando necessários, também fornece hardwares próprios, que são oferecidos na modalidade de Hardware Como Serviço (HaaS).

LGPD para pequenas e médias empresas: como impactará sua empresa

Inspirada na legislação europeia sobre proteção de dados pessoais, conhecida como GDPR (General Data Protection Regulation), a Nova Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada pelo presidente Michel Temer no mês de agosto. Com isso, todas as empresas terão um prazo de 18 meses para se preparar para um conjunto de normas que regem a forma com que os negócios usam e coletam dados de seus clientes.

Embora o Regulamento não tenha estabelecido tratamento diferenciado para PMEs, seus impactos para esse perfil de negócio são alvo de dúvidas e preocupação. Isso porque a empresa terá que notificar a autoridade do governo se houver uma ruptura e fuga de dados. Se não for comprovado que a empresa criou métodos para resguardar estes dados, a lei prevê multas de até 2% do faturamento ou R$ 50 milhões. Ou seja, um incidente como este pode decretar a morte de um negócio.

Essa ameaça coloca a discussão sobre segurança da informação de uma vez por todas na pauta do pequeno e médio empresário brasileiro. Embora a lei seja benéfica por gerar mais controle sob como os dados pessoais são usados pelas empresas (o que já se mostrava necessário pelos casos de vazamentos que se tornaram notórios), é inevitável que ela traga um peso a mais ao já combalido bolso da PME brasileira.

A boa notícia é que, nos dias atuais, não é tão complicado assim preparar sua empresa para se adequar à nova lei e garantir a segurança de seus dados digitais. Na era do software como serviço, e até mesmo do equipamento como serviço, não há mais a necessidade de se fazer investimentos iniciais pesados na compra de servidores ou na compra de licenças de antivírus, por exemplo. Para manter uma estrutura de segurança da informação, ele pode simplesmente contratar uma empresa e pagar por um serviço.

E o que deve conter nessa estrutura básica? O primeiro passo é contar com uma barreira entre a internet e a rede dele interna da pequena empresa, onde normalmente ficam armazenados dados, muitas vezes em Word ou planilha de Excel. Para isso, deve-se usar o chamado Firewall.

Um ponto importante é que a Lei modifica pontos do marco legal da internet e obriga o gestor da empresa a armazenar historicamente, por pelo menos seis meses, quem está acessando que tipo de dado em sua rede. Ele precisa identificar e indicar quem foi a pessoa que cometeu a ilegalidade. Com um firewall, ele consegue ter uma camada de proteção e está resguardando o dado, que é o primeiro ponto de compliance apontado na lei.

Uma boa dica é avaliar se a ferramenta contratada conta com proteção específica para sequestro de dados, que hoje representa cerca de 50% dos ataques em PMEs no Brasil.

A proteção também deve se estender aos computadores e dispositivos ligados à rede, por isso ter um antivírus (ou antimalware) é fundamental. Isso impedirá que um invasor externo acesse dados existentes dentro desse equipamento, ou mesmo o use como porta de entrada para acessar outros equipamentos que armazenam dados.

Embora os ataques sejam a forma mais comum de vazamento de dados, o empreendedor deve estar atento também às ameaças internas. Ferramentas de monitoramento de e-mail e de uso das portas USB são necessárias para garantir que nenhum dado seja extraviado. Para se proteger contra este tipo de ameaça, o empresário terá que avaliar a restrição a serviços de armazenamento em nuvem e e-mails pessoais por parte dos funcionários, o que também é possível com um bom firewall.

Uma última dica, mas não menos importante, é algo básico para qualquer empresa que mantém uma rede de computadores: mantenha os sistemas operacionais dos equipamentos sempre atualizados, o que garantirá que não exista um ataque por meio de brechas que sempre acabam aparecendo. Este tipo de ataque também vem se tornando bastante comum.

É natural que a nova lei mexa com a pequena empresa e traga alguns transtornos para esse processo de adaptação, que durará um ano e meio. Ainda assim, não há dúvidas que a lei será benéfica e colocará o Brasil no mesmo patamar de mais de 100 países no que diz respeito à proteção de dados, o que dará mais segurança para todos: empresários, investidores, colaboradores e consumidores.

Multa por software pirata pode chegar até 3 mil vezes o valor da licença

Empresas podem sofrer multas, danos reputacionais e perdas financeiras

Ser flagrado pelos desenvolvedores usando software pirata pode gerar uma indenização de até 3 mil vezes o valor da licença. Isso significa que as auditorias e as fiscalizações realizadas por essas empresas estão colocando muitos negócios em uma difícil situação financeira.

O uso irregular de sistemas operacionais, editores de textos e banco de dados ainda é uma prática comum no Brasil. No entanto, o hábito vem causando problemas e fazendo com que organizações de todos os portes e segmentos tenham perdas financeiras consideráveis.

Por exigir estudos e investimentos dos desenvolvedores, os programas para computador são considerados propriedade intelectual e o direito à sua venda e uso é protegido por lei. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), 46% dos programas comercializados no Brasil são piratas, número que revela um prejuízo de US$ 1,7 bilhão para o setor.

Acontece que as ações de fiscalização estão se intensificando e, todos os anos, milhares de links, anúncios e sites estão sendo denunciados e retirados do ar. Somado a isso, as ações de auditoria dentro das empresas crescem e elas são obrigadas a fornecer prova de regularidade dos softwares utilizados.

Em geral, as auditorias são iniciadas após denúncias. A ABES disponibiliza um portal com as informações e procedimentos necessários para que qualquer pessoa informe o cometimento desse crime e contribua com o combate à pirataria.

Com isso, o desenvolvedor é comunicado da suspeita, notifica a empresa e solicita auditoria nas máquinas. Caso a organização discorde do procedimento amigável, os detentores de direito autoral adotam as medidas judiciais cabíveis, o que pode finalizar com a aplicação de multas expressivas.

A importância da regularização

O uso de softwares e soluções tecnológicas é uma necessidade das empresas contemporâneas. No entanto, muitos gestores ainda recorrem a sistemas piratas e de origem duvidosa.

Além de ser considerado um crime contra a propriedade intelectual, o hábito torna o negócio mais vulnerável à ação de hackers, abrindo espaço para o vazamento de dados sensíveis e confidenciais.

Sendo assim, investir em softwares originais e mantê-los sempre atualizados é uma prática essencial ao desenvolvimento empresarial e deve fazer parte do planejamento financeiro da organização.

Com mais de 14 anos de mercado, a BluePex é uma empresa pioneira no mercado de soluções de segurança e controle em TI no Brasil. O BluePex® Endpoint Control, por exemplo, auxilia na realização do inventário de TI, automatiza processos, facilita a realização de atualizações e o planejamento de investimentos na área.

A BluePex® recebe o selo Empresa Cidadã da APAE Limeira

A BluePex se alegra por mais este reconhecimento ao receber sua recertificação do selo Empresa Cidadã, da APAE Limeira.

A entrega da premiação foi realizada na quinta-feira dia 3 de outubro no Salão Social do Nosso Clube, fechando a décima quinta edição do Selo Empresa Cidadã, que reconhece e premia anualmente as empresas que colaboram com projetos que oferecem apoio à cerca de 650 pessoas com algum tipo de deficiência intelectual, atendidas gratuitamente pela associação em Limeira.

“Esse evento é uma forma de demonstrar às empresas parceiras da Apae Limeira todo nosso reconhecimento e gratidão” disse Luiz Carlos Marquesin, presidente da APAE Limeira.

A cerimônia contou também com apresentações de música e dança dos alunos do Projeto APAE Cultural.

Confira as fotos do evento – https://bluepex.com.br/a-bluepex-recebe-o-selo-empresa-cidada-da-apae-limeira/