A IMPORTÂNCIA DA ADAPTAÇÃO DAS EMPRESAS À LGPD

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

Por Eduardo Tardelli

Notícia divulgada no Portal:

Importância da adaptação das empresas à LGPD

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação on-line, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

Eduardo Tardelli – CEO da upLexis  etardelli@uplexis.com.br

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A importância da adaptação das empresas das LGPD

“Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo”

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros.

Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade.

Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades.

Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz.

Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

Universidade Mackenzie e Instituto LGPD anunciam curso online de proteção de dados e privacidade

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Fique por dentro da nossa cobertura sobre a LGPD em nossa coluna sobre proteção de dados!

Por Eduardo Tardelli

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A Importância da Adaptação das Empresas à LGPD

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento.

Por Eduardo Tardelli

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Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de cibersegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

Por Eduardo Tardelli

A importância da adaptação das empresas à LGPD

Há um ano, escrevi um texto que ressaltava o quanto a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, seria importante para empresas e usuários, regularizando o uso de dados pessoais para fins específicos e dando orientações para o uso correto dessas ferramentas, assim como já é feito internacionalmente, por meio do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR).

Hoje, a LGPD já está em vigor – sob o número 13.709/2018, a Norma integra a lista de regulamentações legais que agora balizam as boas práticas de combate à corrupção no mercado corporativo, obrigando empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja descumprida, as penalidades variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração).

E por que essa nova legislação é importante? Porque estipula o direito à privacidade de dados, garantindo a segurança e titularidade destes aos seus donos, protegendo a liberdade, privacidade e intimidade dos cidadãos brasileiros. Além dos usuais números de CPF e do cartão de crédito, que podem ser utilizados em operações fraudulentas, outras informações referentes a navegação online, posicionamento político, origem étnica, convicção religiosa, saúde ou até mesmo sobre a vida sexual, genética ou biometria da população, são relevantes e sensíveis para a LGPD e, por isso, devidamente resguardadas.

Apesar de ainda gerar confusão e dúvidas por parte de empresas e usuários, a lei foi instaurada para reforçar a proteção, permitindo a um indivíduo o acesso, verificação e, até mesmo, a eliminação das suas informações de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Em outras palavras, pontua, basicamente, que todo dado precisa ser solicitado para uma finalidade específica, devendo ser resguardado contra vazamentos e fraudes.

Essa segurança e restrição são importantes em vista que informação é poder, e tem muita gente usando conhecimento de maneira danosa à sociedade. Segundo a Kaspersky, companhia global de ciberssegurança, entre fevereiro e abril deste ano, ataques direcionados a ferramentas que permitem acesso remoto aumentaram 333%; pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas brasileiras, aumentando ainda mais a chance de vazamento.

Pensando neste cenário, para as organizações, essa nova lei é ainda mais benéfica, uma vez que inclui uma série de fatores positivos, como um maior fortalecimento da governança de dados; diminuição dos riscos trazidos pelo uso de informações de maneira indevida; novas formas de trabalhar o valor comercial da privacidade, gerando receita adicional por meio da adoção de controles de proteção; aumento do valor ou reputação da marca no mercado devido à preocupação com a transparência; melhoria na produtividade, entre outros.

Mas, a despeito de já estar em vigor, apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas, de acordo com a BluePex, de segurança cibernética. A pesquisa mostra, ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação.

Por isso, mais do que nunca, a pauta deve ser um tópico prioritário das companhias de todos os portes, que precisam investir capital, tempo, foco e esforço intenso para cumprir as obrigatoriedades. Como especialista em compliance, recomendamos a contratação de uma consultoria especializada em direito digital e na legislação LGPD para auxiliar na orientação, análise e implementação de um plano de ação rápido e eficaz. Para empresas que lidam com uma imensa quantidade de dados, é necessário redobrar a atenção, implementando também mecanismos robustos de segurança a fim de reduzir a possibilidade de erros e atos ilícitos.

Muito além de evitar as multas, se adequar à LGPD é investir na criação de uma relação de transparência e lealdade para/com o cliente, o que é essencial para conquistar credibilidade no mercado.

Eduardo Tardelli, CEO da upLexis.

DATA PROTECTION FORUM

A TI Inside vai realizar dia 4 de novembro a 3a edição do Data Protection Forum, 100% digital. Mais informações em www.dataprotectionforum.com.br, e-mail info@tiinside.com.br

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LGPD já está valendo, mas punição somente em 2021

As empresas pediam mais tempo para se adequarem, mas a prorrogação foi rejeitada e a lei foi sancionada pelo presidente

Depois de meses sem uma decisão, o Senado rejeitou a prorrogação da LGPD e o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei nº 13.709, que passa a valer a partir de hoje, sexta-feira (18). Apesar de todos os alertas e recomendações, muitas empresas brasileiras ainda não estão em conformidade com todas as regras impostas pela nova legislação e precisarão acelerar os processos para evitar multas e penalidades. Mesmo com a vigência da LGPD, as punições serão aplicadas somente a partir de agosto de 2021.

O papel das provedoras de tecnologia é apoiar seus clientes no cumprimento de todas as determinações da Lei Geral de Proteção de Dados
Um levantamento feito pela BluePex, especializada na área de segurança da informação, aponta que apenas 2% das pequenas e médias empresas se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela LGPD, que regula trâmites envolvendo a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros.

Para Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil a chegada da LGPD é um desafio que traz oportunidades de uma maior e mais proveitosa governança de dados por parte das empresas, que pode proporcionar benefícios a curto, médio e longo prazo. “Sem dúvidas, a entrada em vigor da LGPD traz desafios para as empresas brasileiras. Ainda assim, vejo o momento como uma oportunidade de olhar para os dados de forma diferente, como mais uma ferramenta de conhecimento do negócio para a tomada de decisões importantes dentro das companhias”, explica Gustavo.

Apesar de um longo período sem uma decisão definitiva, o executivo avalia que muitas companhias brasileiras ainda necessitam adaptar seus negócios. “Tivemos bastante tempo para nos preparamos, mas é compreensível que em um País como Brasil muitas empresas ainda não estejam totalmente preparadas para a LGPD. O papel das provedoras de tecnologia é apoiar seus clientes no cumprimento de todas as determinações da Lei Geral de Proteção de Dados para que não sofram qualquer penalidade e, ainda, para que aproveitem o momento para se reinventar”.

Serviço
www.beritas.com

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Proteção de dados: LGPD é sancionada e começa a valer

A Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor hoje, 18 de setembro de 2020. Isso só foi possível depois que o presidente Jair Bolsonaro sancionou ontem (17) o texto da lei nº 13.709.

Como explica o Olhar Digital, após a publicação no Diário Oficial da União, passam a valer várias medidas para proteger os dados e a privacidade do cidadão. Entre elas, está evitar vazamentos de dados.

Todas empresas do país, incluindo órgãos públicos, terão que adotar medidas para ficarem em conformidade com a nova lei.

LGPD
O portal E-Commerce Brasil, do grupo iMasters, já havia publicado recentemente que apenas 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD, segundo apontou uma pesquisa da Bluepex.

Para o CEO da BluePex, Jefferson Penteado, é essencial que as companhias, principalmente aquelas com um menor faturamento, se adequem imediatamente à nova lei. “As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração). Uma multa dessas pode significar o fim de um negócio bem sucedido. E não basta ter a intenção de cuidar dos dados de seus clientes. A legislação prevê que a empresa tem a obrigação de mantê-los seguros”, alerta.

O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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Empresas patinam em LGPD

Um levantamento feito pela BluePex, empresa de segurança da informação, aponta que apenas 2% das PMEs (pequenas e médias empresas) se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Inicialmente aprovado em 2018, o projeto de Lei da LGPD ordenava que a lei passasse a valer em agosto deste ano. No entanto, motivado pela pandemia de Covid-19, que não permitiria que as pessoas e empresas tivessem tempo hábil para se adaptar às mudanças, o governo federal preparou uma medida provisória, adiando o início da vigência para maio de 2021.

No entanto, a novela em torno da lei ganhou novos capítulos importantes no final do mês de agosto. No dia 25, a Câmara dos Deputados votou uma nova MP, estabelecendo que a lei começaria a valer em 31 de dezembro de 2020.

No dia seguinte (26), o Senado Federal rejeitou ambos os adiamentos, ditando que ela passará a valer assim que a medida provisória for aprovada pela Presidência da República, o que tem prazo de até 15 dias úteis para sanção.

No mesmo dia da decisão do Senado, o governo ainda criou outra MP, estabelecendo a estrutura de cargos da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção e Dados), nome dado à entidade independente que estará responsável por regular as atividades envolvendo a LGPD, mas ainda sem a nomeação de qualquer integrante.

Empresas imaturas com a LGPD
Em meio a tantas divergências e incertezas, o que é fato é a falta de maturidade das empresas brasileiras neste quesito. A pesquisa mostra ainda que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram que ainda não iniciaram o processo de adequação à nova lei.

Para o CEO da BluePex, Jefferson Penteado, é essencial que as PMEs, principalmente aquelas com um menor faturamento, se adequem imediatamente à nova lei. “As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração). Uma multa dessa monta pode significar o fim de um negócio bem sucedido. E não basta ter a intenção de cuidar dos dados de seus clientes. A legislação prevê que a empresa tem a obrigação de mantê-los seguros”, alerta.

O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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Só 2% das PMEs estão preparadas para a LGPD, aponta pesquisa

Um levantamento feito pela BluePex, empresa nacional da área de segurança da informação, aponta que apenas 2% das pequenas e médias empresas (PMEs) se consideram totalmente preparadas para as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulará trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. Este número ínfimo de empresas prontas para a nova legislação contrasta diretamente com a proximidade no início da vigência da LGPD, que acontecerá provavelmente ainda em setembro deste ano.

Mas essa data de vigência já sofreu diversas alterações. Inicialmente aprovado em 2018, o projeto de Lei da LGPD ordenava que a lei passasse a valer em agosto deste ano. No entanto, motivado pela pandemia de Covid-19, que não permitiria que as pessoas e empresas tivessem tempo hábil para se adaptar às mudanças, o Governo Federal preparou uma medida provisória, adiando o início da vigência para maio de 2021. No entanto, a novela em torno da lei ganhou novos capítulos importantes no final do mês de agosto.

No dia 25, a Câmara dos Deputados votou uma nova MP, estabelecendo que a lei começaria a valer em 31 de dezembro de 2020. No dia seguinte (26), o Senado Federal rejeitou ambos os adiamentos, ditando que ela passará a valer assim que a medida provisória for aprovada pela presidência da República, o que tem prazo de até 15 dias úteis para sanção. No mesmo dia da decisão do Senado, o Governo ainda criou outra MP, estabelecendo a estrutura de cargos da Autoridade Nacional de Proteção e Dados (ANPD), nome dado à entidade independente que estará responsável por regular as atividades envolvendo a LGPD, mas ainda sem a nomeação de qualquer integrante.

Em meio a tantas divergências e incertezas, o que é fato é a falta de maturidade das empresas brasileiras neste quesito. A pesquisa da BluePex mostra, ainda, que 30% delas estão totalmente despreparadas e 63% das PMEs se julgam parcialmente preparadas, por enquanto. Já 5% dos negócios consultados relataram ainda não iniciaram o processo de adequação à nova lei.

Para o CEO da empresa, Jefferson Penteado, é essencial que as PMEs, principalmente aquelas com um menor faturamento, se adequem imediatamente à nova lei. “As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões (por infração). Uma multa dessa monta pode significar o fim de um negócio bem sucedido. E não basta ter a intenção de cuidar dos dados de seus clientes. A legislação prevê que a empresa tem a obrigação de mantê-los seguros”, alerta. O levantamento da BluePex ouviu 389 empresas de segmentos como saúde, autopeças, tecnologia, finanças, engenharia e energia durante os meses de julho e agosto, de todo o Brasil.

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