Há uma oportunidade em serviços gerenciados de segurança

A tão inesperada Pandemia criou toda uma nova realidade para aqueles profissionais que gerenciam um ambiente de TI, seja ele um gestor interno ou um prestador de serviços. Se por um lado, a possibilidade de trabalhar em casa representa mais conforto para alguns, pode acreditar que para os responsáveis por gerenciar e proteger os equipamentos ligados a uma rede o sentimento é exatamente o oposto: total desconforto.

Isso acontece porque a rápida mudança causada no início da pandemia – que levou grande parte dos efetivos das empresas ao trabalho em home-office, aumentou muito as vulnerabilidades e a complexidade da gestão das redes.

Com todos os funcionários acessando os servidores (locais ou em nuvem) de ambientes externos, foi como se, de um dia para o outro, uma empresa média, por exemplo, passasse a ter centenas de filiais, representada cada uma delas por um endpoint fora do ambiente físico do negócio.

Dizem os sábios que em todo momento de crise existem oportunidades. Para as empresas ficou evidente que profissionalizar a gestão de TI e de segurança da informação tornou-se uma questão de sobrevivência, e isso abre muito espaço para aqueles que prestam serviços gerenciados de TI, os chamados MSPs (Managed Service Providers).

Para os já consolidados MSPs, a possibilidade de oferecer serviços que vão além da gestão da TI, mas que também incluam serviços gerenciados de segurança de alto nível, abre todo um novo mercado que podem explorar. E a entrada em vigor das multas propostas pela LGPD, previstas para o meio do ano, será mais uma mola propulsora para esse tipo de serviço.

Já para os prestadores de serviços gerenciados de menor porte (como aquela empresa que conta com cinco ou dez técnicos, para dar suporte a algumas dezenas de empresas pequenas e médias), a oportunidade é ainda maior. Porém, seu cliente exigirá uma gestão mais profissional e, para isso, ele também terá que investir na sua própria profissionalização, inclusive em tecnologias que o ajude a oferecer mais qualidade.

Felizmente, já existem no mercado soluções em nuvem e com custo viável que têm a capacidade de oferecer tudo o que um prestador de serviços precisa para se tornar um MSP (como monitoramento, gerenciamento de licenças, abertura de tickets, etc), além de recursos robustos de segurança da informação, o que o permitirá apoiar seus clientes também nessa frente e ter ganhos financeiros com maior escalabilidade.

Se fazer tudo funcionar corretamente, para que os serviços de TI pudessem ser entregues sem falhas aos usuários, já era um desafio, a complexidade se tornou ainda maior em relação à segurança da informação. Atentos a este momento, os oportunistas do cibercrime intensificaram os ataques. Mesmo após mais de um ano de pandemia, grandes campanhas envolvendo sequestro e roubos de dados continuam acontecendo praticamente todas as semanas.

A profissionalização da gestão de TI proporcionada pelas mudanças trazidas pela pandemia é um caminho sem volta e as oportunidades estão aí. Cabe aos prestadores de serviços gerenciados estarem preparados e capacitados para aproveitá-las.

*Jefferson Penteado é fundador e CEO da BluePex, empresa especializada em soluções de segurança da informação e disponibilidade

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BluePex lança modelo de negócio voltado a provedores de serviços gerenciados de TI

A BluePex anuncia o lançamento de uma plataforma voltada para empresas que prestam serviços gerenciados de TI, conhecidos como Managed Services Providers (MSPs). Desta forma, consultores, revendedores, assistências técnicas e canais de tecnologia da informação poderão usar a plataforma BluePex MSP Cloud Suite para prestar melhores serviços de gestão e segurança de redes a seus clientes, além de ganhar escalabilidade em seus negócios.

A tecnologia da empresa permitirá aos MSPs contar com todas as funcionalidades de gerenciamento da BluePex MSP Cloud Suite, plataforma 100% em nuvem que contempla inventário e monitoramento de ativos RMM (Remote Management Monitoring), PSA (Process Service Automation), ferramentas de medição de produtividade, gerenciamento de licenciamento windows, abertura de tickets, entre outras funcionalidades.

A ferramenta conta com tudo o que o prestador de serviços de tecnologia da informação precisa para garantir a proteção e disponibilidade da rede de seus clientes corporativos, e iniciar também a oferta de solução MSS (Managed Security Services) com uma plataforma “tudo-em-um”.

A plataforma conta com recursos robustos de segurança desenvolvidos pela BluePex em mais de 20 anos de mercado, como firewall, anti spam, nuvem de backup, monitor de data center, antivírus gerenciado, controle e proteção de endpoints e servidores, o que vai muito além das soluções para MSP´s disponíveis no mercado mundial.

De acordo com Jefferson Penteado, CEO da BluePex, o crescimento constante dos ataques a redes e dados corporativos, bem como a tendência de trabalho em home-office trazido pela pandemia do Coronavírus, geraram uma grande oportunidade para as empresas que prestam serviços gerenciados.

“De um dia para o outro, todas as empresas colocaram seus funcionários em home office e isso aumentou muito as vulnerabilidades e a complexidade da gestão das redes, já que cada um destes endpoints fora do ambiente físico do negócio acabam sendo quase como uma filial”, explica.

“Do outro lado, o cibercrime está cada vez mais ativo e com novas técnicas. A busca por profissionalização na gestão de TI e segurança da informação tornou- se uma questão de sobrevivência para as empresas, e por isso a demanda por MSPs crescerá muito nos próximos anos”, diz Penteado.

O CEO da BluePex ressalta que o modelo criado pela empresa foi desenhado para oferecer tecnologia moderna, custo acessível e também escalabilidade para o provedor de serviços. “Nossa plataforma oferece recursos que otimizam o trabalho do responsável pelo atendimento, permitindo à empresa atender mais clientes com a mesma equipe. Além disso, ela poderá usar a plataforma BluePex MSP Cloud Suite no modelo Co-Branding, utilizando sua própria marca em nossa tecnologia para agregar valor aos seus próprios serviços”, completa.

A BluePex também traz outros benefícios ao parceiro, que pode adquirir as soluções em Reais (sem riscos de variações cambiais), inclusive por meio de boleto na modalidade SaaS (Software as a Service) com pagamento mensal além de suporte, atendimento e treinamento para uso da tecnologia em português.

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BluePex® tem renovado seu credenciamento como empresa estratégica para a defesa do Brasil

Com a chancela, recebida após avaliação técnica, Forças Armadas do Brasil reconhecem a tecnologia da BluePex® como essencial para a manutenção da soberania nacional

A BluePex® – empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em defesa, controle e disponibilidade – acaba de obter o reconhecimento das Forças Armadas do Brasil em relação à qualidade de seus processos e a eficiência de suas soluções. A empresa acaba de passar por avaliação técnica e administrativa que resultou na renovação do credenciamento da BluePex® como Empresa Estratégica de Defesa (EED), selo que carrega desde 2012, bem como o de detentora de Produto Estratégico de Defesa (PED).

De acordo com Jefferson Penteado, fundador e presidente da BluePex®, o novo reconhecimento reforça a parceria existente entre a BluePex® e as Forças Armadas, que já dura oito anos, e resultou em uma série de melhorias, fruto de um desenvolvimento conjunto, à tecnologia fornecida pela empresa.

“O Exército Brasileiro vem sendo um parceiro muito importante e contribuiu significativamente, ao longo dos anos, para tornar as soluções da BluePex® cada vez mais eficientes e robustas. A chancela das forças armadas é uma prova de que nossa tecnologia está pronta para atender ao mais alto nível de exigência em segurança da informação e um grande incentivo para continuarmos inovando”, afirma.

Entenda o que é uma EED

Com a chancela de Empresa Estratégica de Defesa, criada a partir da lei 12.598/2012, as Forças Armadas reconhecem o importante papel da iniciativa privada no desenvolvimento de tecnologias que podem ser usadas para a defesa do País, e oferecem uma série de incentivos para as empresas consideradas pelo Ministério da Defesa como estratégicas. Essas empresas, que passam por uma criteriosa avaliação, são aquelas que dispõe de conhecimento e de tecnologias essenciais para  a manutenção da soberania nacional.

Para se tornar uma EED, a empresa precisa preencher uma série de requisitos. Entre eles, ter sua sede administrativa e industrial no Brasil, investir em atividades de pesquisa e ter maioria de brasileiros em seu quadro de acionistas.

Uma das condições mais importantes diz respeito ao compartilhamento tecnológico: a EED deve compartilhar com as forças armadas os direitos de propriedade intelectual e industrial de seus produtos. No entanto, ela poderá contar com a imensa e moderna estrutura das forças armadas para desenvolver ainda mais suas tecnologias e receberá incentivos para o desenvolvimento tecnológico. Com isso, a empresa poderá acelerar o processo de inovação e gerar novas tecnologias, que ela poderá fornecer, com sua própria marca, ao mercado.

Um dos maiores exemplos de sucesso deste tipo de compartilhamento e incentivo é a EMBRAER. A parceria com a Força Aérea Brasileira foi essencial para que a empresa pudesse desenvolver produtos melhores e se consolidar como uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo.

Sobre a BluePex®

Uma das principais empresas da área de segurança da informação, a BluePex® é considerada pelo Ministério da Defesa uma Empresa Estratégica de Defesa (EED). Com mais de 20 anos de mercado e mil clientes ativos, a BluePex® desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em segurança, controle e disponibilidade. Como uma one stop shop de produtos do segmento de segurança, oferece tecnologias inovadoras, completas, intuitivas e totalmente em nuvem.

Desde 2018, a BluePex® oferece a plataforma BluePex Cloud Suite, que contempla todos os recursos que o responsável pela tecnologia da informação precisa para garantir a proteção e disponibilidade da rede corporativa, além da produtividade das equipes. Entre os recursos da plataforma, uma das primeiras em nível mundial a ser 100% em nuvem, estão o gerenciamento integrado e inteligente de serviços, firewall, antispam, nuvem de backup, monitor de data center, controle e proteção de endpoints e servidores. Quando necessários, também fornece hardwares próprios, que são oferecidos na modalidade de Hardware Como Serviço (HaaS).

Exame cita a BluePex® em artigo sobre eventos online para empreendedores

O portal exame citou a BluePex® em sua matéria, que lista cursos e eventos que serão disponibilizados ao longo da primeira semana de março.

“A BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo, promove amanhã, 10 de março, um webinar gratuito explicando o papel da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, que regula trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. O evento é direcionado para profissionais de TI e executivos (CEOs, CTOs, COOs) de pequenas e médias empresas e será ministrado por Nilton Souza, da BluePex.”

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Webinar: o profissional de TI na adequação à LGPD

A BluePex – empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em defesa, controle e disponibilidade, promove no próximo dia 10 de março, a partir das 10h, um webinar gratuito explicando o papel da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, que regula trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros. O evento é direcionado para profissionais de TI e executivos (CEOs, CTOs, COOs) de pequenas e médias empresas e será ministrado por Nilton Souza, CBO da BluePex.

O webinar está chamando atenção da comunidade empreendedora. Até a última quinta-feira, dia 4 de março, mais de 300 pessoas já haviam se inscrito para participar. Não fique de fora. Para se inscrever, gratuitamente, basta entrar no link abaixo e preencher um breve cadastro.

A ideia do evento é abordar o tema da LGPD de maneira holística e trazer à tona o que de mais moderno existe no assunto, incluindo os ataques cibernéticos – uma ameaça cada vez maior -; novas tecnologias e legislação e a consequente necessidade de uma maior Infraestrutura de segurança e controle, tanto em nuvem como local; além de informações sobre multas, implicações, alcance da lei e até um roadmap, tudo explicado de maneira pragmática e pedagógica pelos especialistas da BluePex, para que faça sentido e seja inteligível para as respectivas realidades de negócios.

No ano passado, a BluePex foi pioneira neste assunto, ao realizar uma pesquisa com PMEs, investigando quão preparadas elas se declaravam para a LGPD. “O levantamento, feito em setembro, apontou que apenas 2% das pequenas e médias empresas – PMEs, se consideravam totalmente preparadas para as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD”, comentou Souza, CBO da companhia.

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O papel do profissional de TI na adequação à LGPD / 10 de Março

O evento é direcionado para profissionais de TI e executivos de pequenas e médias empresas e será ministrado por Nilton Souza, CBO da BluePex

A BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em defesa, controle e disponibilidade, promove no próximo dia 10 de março, a partir das 10h, um webinar gratuito explicando o papel da Lei Geral de Proteção de Dados, LGPD, que regula trâmites envolvendo sobre a coleta e tratamento de dados pessoais dos brasileiros.

O evento é direcionado para profissionais de TI e executivos (CEOs, CTOs, COOs) de pequenas e médias empresas e será ministrado por Nilton Souza, CBO da BluePex.

A ideia do evento é abordar o tema da LGPD de maneira holística e trazer à tona o que de mais moderno existe no assunto, incluindo os ataques cibernéticos, uma ameaça cada vez maior; novas tecnologias e legislação e a consequente necessidade de uma maior Infraestrutura de segurança e controle, tanto em nuvem como local; além de informações sobre multas, implicações, alcance da lei e até um roadmap, tudo explicado de maneira pragmática e pedagógica pelos especialistas da BluePex, para que faça sentido e seja inteligível para as respectivas realidades de negócios.

No ano passado, a BluePex foi pioneira neste assunto, ao realizar uma pesquisa com PMEs, investigando quão preparadas elas se declaravam para a LGPD. “O levantamento, feito em setembro, apontou que apenas 2% das pequenas e médias empresas – PMEs, se consideravam totalmente preparadas para as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD”, comentou Souza, CBO da companhia.

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BluePex: Estratégica para a defesa do Brasil

A BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação para o mercado corporativo com foco em defesa, controle e disponibilidade – acaba de obter o reconhecimento das Forças Armadas do Brasil em relação à qualidade de seus processos e a eficiência de suas soluções.

A empresa acaba de passar por avaliação técnica e administrativa que resultou na renovação do credenciamento da BluePex como Empresa Estratégica de Defesa (EED), selo que carrega desde 2012, bem como o de detentora de Produto Estratégico de Defesa (PED).

De acordo com Jefferson Penteado, fundador e presidente da BluePex, o novo reconhecimento reforça a parceria existente entre a BluePex e as Forças Armadas, que já dura oito anos, e resultou em uma série de melhorias, fruto de um desenvolvimento conjunto, à tecnologia fornecida pela empresa.

“O Exército Brasileiro vem sendo um parceiro muito importante e contribuiu significativamente, ao longo dos anos, para tornar as soluções da BluePex cada vez mais eficientes e robustas.A chancela das forças armadas é uma prova de que nossa tecnologia está pronta para atender ao mais alto nível de exigência em segurança da informação e um grande incentivo para continuarmos inovando”, afirma.

Entenda o que é uma EED

Com a chancela de Empresa Estratégica de Defesa, criada a partir da lei12.598/2012, as Forças Armadas reconhecem o importante papel da iniciativa privada no desenvolvimento de tecnologias que podem ser usadas para a defesa do País, e oferecem uma série de incentivos para as empresas consideradas pelo Ministério da Defesa como estratégicas.

Essas empresas, que passam por uma criteriosa avaliação, são aquelas que dispõe de conhecimento e de tecnologias essenciais para a manutenção da soberania nacional. Para se tornar uma EED, a empresa precisa preencher uma série de requisitos. Entre eles, ter sua sede administrativa e industrial no Brasil, investir em atividades de pesquisa e ter maioria de brasileiros em seu quadro de acionistas.

Uma das condições mais importantes diz respeito ao compartilhamento tecnológico: a EED deve compartilhar com as forças armadas os direitos de propriedade intelectual e industrial de seus produtos. No entanto, ela poderá contar com a imensa e moderna estrutura das forças armadas para desenvolver ainda mais suas tecnologias e receberá incentivos para o desenvolvimento tecnológico.

Com isso, a empresa poderá acelerar o processo de inovação e gerar novas tecnologias, que ela poderá fornecer, com sua própria marca, ao mercado. Um dos maiores exemplos de sucesso deste tipo de compartilhamento e incentivo é a EMBRAER. A parceria com a Força Aérea Brasileira foi essencial para que a empresa pudesse desenvolver produtos melhores e se consolidar como uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo.

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Racional Engenharia firma parceria com BluePex para melhorar desempenho em TI

A Racional Engenharia, empresa do setor de construção, passou a adotar as soluções da BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação com foco em defesa, controle e disponibilidade. A BluePex tem entre seus clientes o reconhecimento das Forças Armadas do Brasil. Antes de adotar o novo fornecedor, a Racional mantinha contrato com uma empresa baseada no Vale do Silício.

“Sentimos a necessidade de nos desvincular dos padrões e das limitações estipuladas pelo fornecedor norte-americano. Para isso, fomos ao mercado explorar as mais diversas e variadas opções e a BluePex foi a mais completa que encontramos”, comenta Augusto Leonardo Santos Farias, Analista de Infraestrutura e Telecom Pleno na Racional Engenharia.

Naquele momento a empresa de engenharia precisava de um fornecedor flexível que entendesse sua modalidade de negócio, atendesse o cenário do ponto de vista técnico, oferecesse ativos versáteis para os mais diversos ambientes e mantivesse em primeira instância a segurança dos dados vinculada à estabilidade das interconexões de rede da empresa.

“As ferramentas atendiam a todos os pré-requisitos, dispondo de relatórios completos com dados estatísticos detalhados, dispositivos de segurança alinhados às exigências de mercado”, explica Farias.

Segundo Farias, a BluePex também apresentou desempenho superior em relação aos seus concorrentes, além de interface interativa que permite que os analistas internos efetuem mudanças complexas e flexibilidade contratual alinhada aos anseios e modelos do negócio.

“Passados dois anos desde a implantação, podemos declarar que a ferramenta está amadurecida em nossa estrutura, mantendo nosso escritório central, obras e sites remotos, seguros e interligados. No terreno da construção civil, principalmente com obras suntuosas, como as que nós trabalhamos, estar off-line no momento errado pode significar milhões de reais em prejuízo”, conclui.

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Racional Engenharia firma parceria com BluePex para melhorar desempenho em TI

A Racional Engenharia, empresa do setor de construção, passou a adotar as soluções da BluePex, empresa que desenvolve soluções de segurança da informação com foco em defesa, controle e disponibilidade. A BluePex tem entre seus clientes o reconhecimento das Forças Armadas do Brasil. Antes de adotar o novo fornecedor, a Racional mantinha contrato com uma empresa baseada no Vale do Silício.

“Sentimos a necessidade de nos desvincular dos padrões e das limitações estipuladas pelo fornecedor norte-americano. Para isso, fomos ao mercado explorar as mais diversas e variadas opções e a BluePex foi a mais completa que encontramos”, comenta Augusto Leonardo Santos Farias, Analista de Infraestrutura e Telecom Pleno na Racional Engenharia.

Naquele momento a empresa de engenharia precisava de um fornecedor flexível que entendesse sua modalidade de negócio, atendesse o cenário do ponto de vista técnico, oferecesse ativos versáteis para os mais diversos ambientes e mantivesse em primeira instância a segurança dos dados vinculada à estabilidade das interconexões de rede da empresa.

“As ferramentas atendiam a todos os pré-requisitos, dispondo de relatórios completos com dados estatísticos detalhados, dispositivos de segurança alinhados às exigências de mercado”, explica Farias.

Segundo Farias, a BluePex também apresentou desempenho superior em relação aos seus concorrentes, além de interface interativa que permite que os analistas internos efetuem mudanças complexas e flexibilidade contratual alinhada aos anseios e modelos do negócio.

“Passados dois anos desde a implantação, podemos declarar que a ferramenta está amadurecida em nossa estrutura, mantendo nosso escritório central, obras e sites remotos, seguros e interligados. No terreno da construção civil, principalmente com obras suntuosas, como as que nós trabalhamos, estar off-line no momento errado pode significar milhões de reais em prejuízo”, conclui.

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VPN: o que é e como criar?

Muitos usuários desconhecem o VPN, seus benefícios para a empresa e como criá-la corretamente. Por isso, vamos elucidar esse assunto neste artigo.

O que é VPN?

A sigla VPN significa Virtual Private Network, ou seja, Rede Privada Virtual. Essa é uma ferramenta utilizada para conexão de empresas e pessoas.

Ao acessar um endereço na internet, alguns dados são compartilhados. Assim, ao criar uma VPN, é possível o acesso à rede interna de uma empresa de qualquer lugar com segurança e sigilo.

Para as empresas, é uma ótima solução para manter todos conectados à rede, mesmo em caso de home office ou viagem. O que garante a segurança da VPN é a criptografia, que codifica os dados no tráfego.

Dessa forma, são impedidos ataques do tipo “man-in-the-middle” (“homem no meio”), onde hackers monitoram e roubam senhas e informações bancárias.

Mas seu uso não é apenas corporativo. Ela pode ser utilizada para acessar camuflar o IP para burlar bloqueios, e até acessar conteúdos internacionais.

Como criar uma VPN?

É possível criar uma VPN em qualquer lugar, precisando apenas de acesso à internet. Veja o passo a passo para criar sua rede:

  1. Acesse o menu iniciar e procure pelo painel de controle
  2. Clique em central de rede e compartilhamento
  3. Configure uma nova conexão rede, conecte a um local de trabalho e clique em avançar
  4. No Windows 7 clique em criar uma nova conexão e avance
  5. Clique em Usar minha conexão com a internet e insira os dados da empresa
  6. Marque “lembrar credenciais” e clique em criar

Dessa forma, para se conectar, basta entrar em Central de Rede e Compartilhamento, clicar em Alterar as configurações do adaptador e encontrar a VPN.

Mas fique atento, esse tipo de rede não é segura. Existe a possibilidade de criar uma VPN com antivírus e assim garantir segurança. Para isso é preciso ter um firewall que consiga assegurar a criptografia e o sigilo, usando firewall.

Aliás, a maioria das VPNs são perigosas e criadas desconhecidos com o intuito de fraude. Logo, é importante acessar VPNs através de programas seguros!

O BluePex® Firewall UTM oferece proteção de segurança em tempo real, evitando ataques e bloqueia sites perigosos. Além disso, ele garante a atividade e velocidade de todas as conexões através de compactação, criptografia dos pacotes e protocolos.

Quer saber mais sobre as soluções da BluePex® ? Fale com um de nossos especialistas.